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O empastelamento do A Notícia, ou a reprodução do jornal tal qual o Diário Catarinense e o Jornal de Santa Catarina, perpetua uma situação em que alguns míseros grupos têm voz enquanto a maioria da população permanece sem a possibilidade de exercer sua liberdade de expressão no espaço público.

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É preciso salientar que, em seu primeiro debate televisivo, pela Band, todos os três principais candidatos explicitaram, de modo que raras vezes saltou tanto à vista, seus pedidos de bênção ao mercado.

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A cada dia que passa, fica mais visível o pobre viés editorial da dita grande imprensa. É impressionante a falta de capacidade ou de boa fé dos jornais e portais de alto alcance e investimento em cobrir um momento tão ímpar.

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Nos últimos anos, a cidade do Rio de Janeiro esteve particularmente afinada ao modelo de desenvolvimento brasileiro, que aprofundou a lógica neoliberal a partir de negócios e parcerias entre o Estado e o grande capital, com privilégios escancarados ao último, ao mesmo tempo em que reforçava o Estado Policial.

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Estamos diante de mais um desafio: ou a sociedade retoma as ruas para denunciar a manipulação da mídia ou o candidato das elites vai ser eleito de forma espúria, como foi a eleição de Fernando Collor de Mello!

 

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Não surpreende que os posicionamentos de Dilma e Celso Amorim tenham desapontado aqueles que até hoje travam batalhas ideológicas e judiciais por punição aos militares. No entanto, precisamos estudar a fundo se esse aparente recuo não revela uma submissão ainda considerável à caserna e aos cães de guarda do regime.

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‘Estamos num processo de extinção massiva do papel. O número de grandes jornais impressos vai cair muito rapidamente nos próximos poucos anos’(...) ‘Junho marcou o fim simbólico da mídia. Ela não é mais a mediadora da comunicação. O modelo está em implosão. Com o tempo, as redes sociais serão o caminho’.

 

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Medidas governamentais e noticiários dos últimos dias têm deixado de olhos arregalados uma boa porção daqueles que acompanham e creem no ‘neodesenvolvimentismo’ do governo atual, assim como no progressismo da mídia e na sua defesa diuturna da pluralidade e da liberdade de expressão.

 

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Embora fartamente divulgado, é necessário sempre recordar que um dos proprietários da revista é esse conglomerado de mídia com origem na África do Sul, criado para defender os interesses dos “africaners” (brancos do país).

 

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“Miraram bem dessa vez. Parece que queriam lideranças”. A mídia está em campanha desabrida para que tudo “volte a maio”. Na contramão, florescem mídias autônomas. A população se dispõe cada dia mais a se levantar contra a violência diuturna a que tem sido historicamente submetida.

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Em meio a tudo isto, ligamos a TV na Globo e Globonews e nos deparamos com 24h de programação voltada para o papa. Abrimos os principais portais da internet e somos inundados por carolice transbordante. O resto merece nota de rodapé. Se muito.

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A Revolução não será televisionada, além de traçar um perfil do caráter golpista das grandes televisões venezuelanas, que efetivamente protagonizaram junto à burguesia do país um verdadeiro golpe de Estado em abril de 2002, ainda narra o dia-a-dia desse golpe, farsa a farsa, mentira a mentira.