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Para elucidar a chamada Lei de Serviços de Comunicação Audiovisuais argentina, o Correio entrevistou o editor da revista Caros Amigos, Laurindo Lalo Leal Filho, que assegura: a nova lei é da mais alta consistência e amplamente debatida. “São dois os grandes aspectos: o teórico-acadêmico e o da sustentação política”.

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O país continua recheado de confrontações políticas e ideológicas em torno do legado da ditadura que vigorou no país de 1964 a 1985. Não se trata de nenhuma casualidade, uma vez que a mídia comercial incitou, festejou e apoiou incondicionalmente o golpe, até os seus estertores, quando, de forma obviamente oportunista, passou a acompanhar os ventos que já sopravam para a democracia. Do outro lado, estão os herdeiros que até hoje tentam substituir os órgãos de imprensa desaparecidos nos anos de chumbo, em geral recheados de jornalistas que conheceram de perto a repressão e o arbítrio fardado.

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Sendo as comunicações uma arena reconhecida por toda a esquerda como das mais estratégicas no processo de democratização de nossas sociedades capitalistas, uma retomada da combatividade do jornalista se faz mais que necessária, passando simultaneamente pela reação aos desmandos dos donos da imprensa tradicional e pelo fortalecimento e viabilização progressivos de novos e alternativos meios de comunicação.

 

 

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Após o mundo se dar conta da produção de mentiras do governo Bush para invadir e saquear o Iraque, o que já significou cerca de 1 milhão de mortes, aqueles que praticam o jornalismo com a exigida ética não têm sequer o direito de reproduzir acriticamente o que diz o departamento de Estado.

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São os manipuladores de informações, que vivem nos bombardeando com armas linguísticas, quando não são tendenciosos ou mentem. O objetivo principal da mídia do capital não é ter um cidadão bem informado.

 

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O que de fato aconteceu por estes dias? Para responder a esta pergunta, é preciso primeiro externar, sem complacência, o quão estarrecedor é perceber o teor predominante da informação à qual a população de todo o país tem tido acesso. Quem se dá ao trabalho de ‘navegar’ por aí, e fugir, por pouco que seja, do noticiário do mainstream, vai perceber de fato uma profusão de visões profundamente dissonantes daquela que é bombardeada incessantemente pela mídia corporativa.

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Murdoch não é exceção, e sim o padrão de empresário da mídia. Não à toa, não se vêem editoriais enérgicos e as matérias tratam apenas de relatar as delinqüências dos subalternos. Seu caso virou manchete internacional por conta da sordidez de suas “investigações jornalísticas”, jamais imaginadas pela vasta maioria de seu público consumidor. Aos que ficam fora disso, resta seguir na construção de outra mídia.

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A ‘tropa de choque’ do agronegócio deve contar, a partir de agora, com um de seus mais poderosos interlocutores em um dos veículos de maior visibilidade do país, o jornal Folha de S. Paulo. Kátia Abreu, a senadora do DEM que se destaca como uma das figuras mais entusiastas da bancada ruralista, passará a escrever quinzenalmente no diário. O tema escolhido para a estréia de sua coluna não foi nada gratuito. Em uma conjuntura em que volta a se insinuar fortemente no cenário mundial a crise alimentar, com falta de produtos e elevação de preços, a senadora fez veemente artigo em defesa da reforma do Código Florestal.

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Ainda que a agricultura familiar responda pela maior parte da produção de alimentos para o abastecimento interno, o noticiário sobre o tema agrário indica que o debate democrático está contaminado por dois fatores principais, interesse econômico e preconceito cultural, que estão presentes nos meios de comunicação, estigmatizando, junto à opinião pública, os sem terra, assentados e agricultores familiares.

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Vale repassar alguns fatos recentes e as respectivas abordagens conferidas pela mídia tradicional, cada vez mais patronal em sua orientação ideológica e cega pelo mercado em suas análises, ainda que os tempos de crise causada pelo receituário político-econômico que defenderam exaustivamente recomendassem algum arejamento e reflexão.

 

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Apresentando-se ao público como defensora da liberdade de imprensa, qualidade da informação e ética jornalística, a grande mídia brasileira talvez não resista a uma simples radiografia de si mesma. Neste primeiro semestre, o balanço a ser feito sobre as redações brasileiras é dos mais lastimáveis, tendo sido abaladas por uma verdadeira varredura.

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O governo Dilma já começa cercado de pressões pela não abertura dos arquivos da ditadura. A mídia, que apoiou e até financiou o regime autoritário, segue trabalhando pela não elucidação dos fatos, com editoriais e matérias cada vez mais freqüentes que apresentam tal caminho como um “erro”, “um perigo, como cansaram de concordar com Jobim.