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altUma das comunidades de Itaquera, o Jardim Helian vê de perto o processo político e social trazido ao bairro por conta da Copa do Mundo. Entrevista com Rodrigo Reis, líder da Associação de Moradores do Jardim Helian.

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altO país se aproxima da Copa e as mobilizações populares parecem aquecer-se ainda mais. Para Jussara Basso, coordenadora do MTST, os protestos vão continuar, pois muitas pessoas teriam perdido o medo.

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alt“Eu participei da reintegração do Pinheirinho e essa foi muito parecida em termos de violência, brutalidade e truculência policial. Um negócio impressionante”, disse o assistente social Guilherme Simões, em entrevista ao Correio.

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alt“Eu não vejo clima para golpe, como alguma parte da direita tenta aventar. Fazem por provocação. Organizamos a Marcha Antifascista para mostrar que, enquanto existe gente que comemora tortura e morte, temos muito mais gente que apoia as liberdades”.

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altO documentário Junho trouxe ao público uma narrativa sobre a luta contra o aumento de tarifas. Analisando as falas, o debate posterior, a imprensa e, principalmente, o teor das campanhas eleitorais percebe-se que a autoria dos protestos ainda está sendo reivindicada.

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altA Copa do Mundo no Brasil se aproxima e, junto com ela, vai aparecendo um sentimento popular generalizado de irritação e contrariedade com o evento. O Correio entrevistou Marina Mattar, porta-voz do Comitê Popular da Copa, por ocasião do Dia Internacional de Lutas Contra a Copa em São Paulo.

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altNa conversa com o Correio, Pedro Freitas, do Levante Popular da Juventude, ressalta a importância de articulações em favor da preservação da memória, uma vez que em sua opinião nossa democracia carrega vestígios do regime de exceção.

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altNesta nota, o Comitê Popular da Copa-SP convida todas e todos a uma análise da conjuntura pré-Copa, para repensar estratégias de luta, pois acreditamos que é preciso afinar as pautas, mobilizar pela base.

 

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altSe no ano passado foi o MPL e toda a onda popular contra o reajuste de 20 centavos na tarifa que roubaram a cena, desta vez foram os trabalhadores do setor. O Correio entrevistou Marco Antônio Coutinho, do Sindicato dos Motoristas e Cobradores de Ônibus.

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altAté pouco tempo atrás vista como movimento de pouca importância na agenda política, inclusive progressista, a Marcha da Maconha ganha cada vez mais adeptos e influência. Entrevista com Julio Delmanto, do coletivo antiproibicionista Desentorpecendo a Razão (DAR).

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altO que trouxe novamente os holofotes para esses jovens que vestem ternos e peitam uma justiça tendenciosa ao defenderem manifestantes foi a maneira com que quebraram as regras do bom jornalismo.

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alt“O prefeito fez a aposta errada. Todo mundo vestiu a camisa. Mesmo aqueles que foram coagidos em suas gerências. O movimento foi regido por funcionários de dentro da empresa, cansados de sofrerem e serem perseguidos, cansados de não terem valor”, disse Fabio Coutinho ao Correio.