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altAs manifestações de rua mostram, com clareza, que o sistema de representação política está em frangalhos. Muitas coisas explicam e, certamente, o sistema de financiamento eleitoral privado é uma delas.

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altO momento, agora, na perspectiva dos trabalhadores e dos movimentos sociais, é de explicitar, sem medo, toda essa conjuntura, que se tentou mascarar pela fórmula da negação do conhecimento sobre o que estava acontecendo.

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altMas não há como se impressionar muito e comemorar esta que parece ser uma mudança de tom ou postura, seja de governantes, seja de sua Armada de Branca Leone, a imprensa. Há, pelo contrário, de se manter postura atenta para a leitura de entrelinhas.

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altE nosso papel não é salvar a democracia representativa, mas, propor formas mais radicais de democracia. Só de se colocarem em marcha, essas pessoas já estão fazendo política. E elas precisam ser avisadas disso.

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altA direita também está disputando o movimento. A ideia é transformar as pautas das manifestações em algo tão genérico para que se possa esvaziá-las de qualquer conteúdo para uma mudança estrutural.

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altO que aconteceu em São Paulo, no Rio de Janeiro e Salvador foi diferente, e muito, muito mais grave. Foi parecido com o Cairo, onde a Irmandade Muçulmana tentou impedir a esquerda de se apresentar publicamente.

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altNum primeiro momento há certo contentamento com políticas de compensação social, mas ele não dura eternamente. Depois de satisfeitas certas necessidades básicas, a população sai em busca da cidadania plena.

 

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altMais do que pela tarifa, foi o rechaço à violência da polícia que indignou o povo brasileiro! O movimento precisa avançar para um conteúdo programático mais profundo que permita a ampliação para os movimentos sociais.

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altO Correio entrevistou Lucio Gregori, ex-secretário de transportes Erundina e um dos precursores do Tarifa Zero. Talvez em sua principal afirmativa, escancara um detalhe que continua despercebido: a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada pela presidente Dilma.

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altNão estaria o Estado brasileiro historicamente apropriado por interesses privados, que não se restringem aos dos políticos e burocratas? Quanto custa uma campanha eleitoral? Não estaria a política dominada pelo dinheiro?

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altO sonho secreto das forças políticas que comandam o Estado brasileiro há décadas é precisamente este: uma conciliação ampla e irrestrita entre trabalhadores e capitalistas.

 

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altSomos controlados pela polícia política do governo petista, que prendeu as lideranças dos protestos que ocorriam contra os crimes da Copa. Também somos vigiados pela polícia política do governo tucano, que agrediu e encarcerou manifestantes.