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altPor representar o que há de mais comprometido com tudo o que há de pior do capitalismo selvagem, a perspectiva da Globo é emblemática de como a plutocracia brasileira enxerga as mobilizações que abalam a “paz social”.

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altO povo não se satisfaz com pequenas vantagens que a economia possa lhe dar. E um governo não pode se limitar a garantir o crescimento econômico. Temos necessidade de horizontes mais amplos.

 

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altAs manifestações de rua mostram, com clareza, que o sistema de representação política está em frangalhos. Muitas coisas explicam e, certamente, o sistema de financiamento eleitoral privado é uma delas.

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altO momento, agora, na perspectiva dos trabalhadores e dos movimentos sociais, é de explicitar, sem medo, toda essa conjuntura, que se tentou mascarar pela fórmula da negação do conhecimento sobre o que estava acontecendo.

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altRevestida de certa imunidade à manipulação pelo poder e também à mistificação pelo futebol e ao espetáculo, a massa “silenciosa” tem muito a nos dizer e a nos ensinar.

 

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altAo insistir que os recursos para financiar a redução das tarifas seriam retirados de outras áreas sociais, a essência do pleito dos manifestantes continuou olimpicamente ignorada por Haddad.

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altA direita também está disputando o movimento. A ideia é transformar as pautas das manifestações em algo tão genérico para que se possa esvaziá-las de qualquer conteúdo para uma mudança estrutural.

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altO que aconteceu em São Paulo, no Rio de Janeiro e Salvador foi diferente, e muito, muito mais grave. Foi parecido com o Cairo, onde a Irmandade Muçulmana tentou impedir a esquerda de se apresentar publicamente.

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altOs jovens do MPL sabem que o modo de produção socialista ainda não conseguiu se concretizar em nenhum lugar do mundo, mas dizem que mulheres e homens precisam sonhar, com a condição de acreditar nos seus sonhos.

 

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altLula e Dilma devem explicações: quais foram as razões para, vitoriosos eleitoralmente, terem capitulado politicamente e assumido as ideias dos derrotados nas urnas?

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altO Correio entrevistou Lucio Gregori, ex-secretário de transportes Erundina e um dos precursores do Tarifa Zero. Talvez em sua principal afirmativa, escancara um detalhe que continua despercebido: a Lei de Mobilidade Urbana, sancionada pela presidente Dilma.

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altNão estaria o Estado brasileiro historicamente apropriado por interesses privados, que não se restringem aos dos políticos e burocratas? Quanto custa uma campanha eleitoral? Não estaria a política dominada pelo dinheiro?