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altA Copa do Mundo já passou e a zona leste de São Paulo continua mais ou menos a mesma de sempre. Aguerrida, a população local contra-atacou com a organização de um posto de saúde popular. É sobre isso que conversamos com o médico da família Felipe Gonçalves.

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altSegundo a professora Cibele Lima, entrevistada do Correio da Cidadania, estamos diante de apenas mais um capítulo de uma saga que já vem há mais de 20 anos precarizando a rede de ensino público estadual. Com a diferença de que agora os estudantes dizem não em alto e bom som.

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alt“A marca do Sartori é do caos e da destruição. É um governo forte no sentido de atacar direitos. Penso que este governo vai destruir o estado”. Depois de uma longa greve dos servidores paranaenses, agora a tensão entre governo e população foi mais ao sul. É disso que falamos com a professora Rejane Oliveira.

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O movimento resolveu inovar, com a criação de uma intervenção chamada Posto de Saúde Popular, do Jardim Helian. Ligado aos movimentos sociais, o Posto diminui a capacidade do Estado em dois sentidos diferentes aos das classes privilegiadas.

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altUm dos professores agredidos pela PM na frente da escola, no último sábado, está em licença médica e recebe o apoio dos alunos; Apeoesp levará caso para pelo menos três Comissões de Direitos Humanos.

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altConversamos com Mário Guimaraes Junior, servidor na Universidade Federal de Uberlândia. “O cenário da educação nesse segundo mandato de Dilma é: mais cortes no orçamento da educação pública e intensificação da precarização das condições de trabalho dos educadores".

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altTomamos as ruas do Cabula em duas colunas batizadas de Coluna de Autodefesa Uhuru, coluna de proteção de mães e familiares para erigir um memorial aos mortos do Estado Racista Brasileiro. Erguemos o memorial no local onde a Rondesp executou mais de 15 jovens homens negros.

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Região onde se localiza o cemitério com a segunda maior quantidade de jovens enterrados, o Jardim São Luis sente da pior forma as dificuldades de um 2015 desalentador. Sobre tal conjuntura, o Correio entrevistou Anabela Gonçalves, do Coletivo Katu, que trabalha com a formação socioeducativa de jovens da região.

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altNo atual contexto de fim de ciclo político e econômico, a frase que intitula a entrevista cabe para os mais diversos segmentos da vida cotidiana. No caso, foi proferida por Leanir José da Costa, liderança da periferia sul de São Paulo que esteve à frente da ocupação Plinio Arruda Sampaio.

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altPrisões arbitrárias, uso excessivo de armamentos menos letais e a violação de direitos estão entre as práticas do Estado durante as manifestações populares de 2014 e 2015. “Não se pode prender sem indícios, só em flagrante ou por decisão judicial”, argumenta a advogada Camila Marques, em entrevista à Ponte Jornalismo.

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altNo Brasil “dos comuns”, continua o cerco aos direitos civis mais primordiais: aprova-se PL que tipifica o terrorismo e SP registra mais uma noite de sangue, com 20 assassinatos e fortes suspeitas sobre agentes do Estado. Em meio ao contexto, o Correio entrevistou a psicóloga Adriana Matsumoto.

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altTalvez o único preso sem vínculo político com os protestos, Rafael recebeu a maior condenação, 5 anos de reclusão. Agora que seu caso chegou ao STF, entrevistamos João Henrique Tristão, advogado da ONG Defensores dos Direitos Humanos, que o defende.