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filme_osbrutostambemamam.jpg Em Os brutos também amam (Shane, EUA, 1953, dir. George Stevens), há muito para nos fazer pensar sobre as relações entre amizade e violência.

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filme_hiroshimameuamor.jpgO amor – é preciso lembrar, para poder amar, é preciso esquecer, para poder lembrar. E isso em dois planos: a cidade que se reconstrói e a mulher que tenta se reencontrar.

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camera16mm.jpgAntonioni foca bem: o recorte da câmera – do fotógrafo, do cineasta – revela ocultando; ao deixar muitas coisas de fora, revela outras – amplia a percepção, restringindo-a.

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filme_kasparhauser.jpgKaspar Hauser recusa a necessidade de uma única lógica. Ele não é louco, mas sua "idiotice" expõe a loucura da razão, que nas próprias contradições cancela todo ideal.

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ft_mazzaropi.jpgSe Mazzaropi representava mesmo os personagens da vida “real”, é discutível, mas indiscutível era sua capacidade de se comunicar com seu público.

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claquete_cinema.jpgA câmera de Leon Hirszman não adapta a linguagem de Graciliano Ramos, ela busca captar a experiência temporal de Paulo Honório contando sua própria história.

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claquete_cinema.jpgAinda que rompa com a estética do neo-realismo, o filme de Visconti termina com a dureza da vida comum, simbolizada pela perda de um amor impossível. Realidade e irrealidade coexistem.

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ft_tomhanks_forestgump.jpg Forrest Gump ousa pensar por si mesmo, mas segue todas as convenções conforme elas lhe são instruídas.
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espartacus.jpgFellini escolheu filmar como um contador de histórias anônimo, que conta o que não tem lugar nos livros da escola, mas que a memória dos povos teima em não esquecer.

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ft_woodyallen.jpgO conhecimento teorético, e a ciência, nada tem a dizer sobre questões práticas, e não tem nada aplicável a crises vitais. A teoria é aplicável a casos menores; questões vitais devem ser deixadas ao sentimento, ao instinto.

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filme_grizzlyman.jpgO Homem Urso de Herzog traduz o imperativo de desmistificar a oposição entre civilização e natureza, apesar da interdição de transcendermos alguns limites.

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claquete_cinema.jpgOs clichês narrativos servem para desmascarar certa hipocrisia da historiografia oficial: mais do que de heróis, a história dos EUA é feita de muita violência e de muitos mitos. O de Jeremiah Johnson era o bom selvagem.