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A globalização confluiu para a Europa e o continente conta quatro títulos seguidos. Tiremos as conclusões.

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Equipamentos olímpicos abandonados, dirigentes à beira da cadeia, violência e fiascos esportivos.

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Bem antes das irmãs Williams e Tiger Woods, e também Mohamed Ali, uma tenista vencia o apartheid.

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altPara aqueles que já vinham considerando a exclusão da Copa do Mundo uma “necessidade histórica”, além de merecida, esta breve obra de Tite já merece registro.

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Futebol doméstico para exportação segue na mão de dirigentes mais que ineptos e precisamos torcer pra “intocáveis”.

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Para resumir, aqueles que se dizem estupefatos com as revelações que levaram Nuzman à prisão continuam a nos ensurdecer pelo silêncio. E é assim que tudo deverá seguir como dantes. A “cidadania internacional” sempre foi um documento falsificado.

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O futebol brasileiro pós-Ricardo Teixeira continua revisitando velhos papelões e toda a nossa desgraça coube numa única tarde.

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altHavelange representou no futebol aquilo que vemos em todas as esferas da política deste século 21, isto é, a dissimulação de compromissos éticos em nome de um interesse maior e mais importante: a fluência dos negócios para além de questões ditas ideológicas.

 

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Estreia na Copa retoma utopia lírica do futebol brasileiro. No entanto, queremos de volta aquilo que já matamos.

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Já que nada muda no futebol pós-Blatter, mais um craque vira bode expiatório dos “gestores”.

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altO ingrato destino colocou a Chape ao lado de outros gigantes e na finita eternidade do futebol pelo mais nefasto dos motivos. Foi o pior dia dos 120 anos de história do futebol brasileiro e nunca mais seremos os mesmos.

 

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altMais uma vez o país receberá uma “folga” das dores de cabeça, viverá duas semanas de contemplação e confraternização e tentará curtir o lado bom de receber as Olimpíadas. A exemplo de 2014, nenhuma euforia precedeu os dias de festa, muito menos nos afeiçoamos aos esportes menos populares.