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homem_pensando.jpgMedo de dedo em riste, medo de folhedo triste, medo até de inofensivo chiste, como se cura? E medo de ter medo, como se cura?

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professora.jpgUsado e mal pago, de manhã, à tarde e à noite, o professor se sente manipulado como uma coisa. Sem aplauso, excluso, mero parafuso, o professor aceita ser usado.

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homem_pensando.jpgSe eu reclamo das coisas, sou enfadonho; se não reclamo, acomodado eu sou; se eu quero tudo verificado, catalogado, arquivado, sou obsessivo; se tanto faz, sou relaxado.

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entre_aspas.jpgDesisti dessa pretensão de dizer o que ninguém disse antes. De fazer a abordagem que não deixasse margem à dúvida de que eu (este eu que é meu!) penso por conta própria.

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livros_lendo.jpgEscolha um, leia algumas páginas ao acaso. Visite autores conhecidos. Conheça novos autores. Não pisque, não hesite, arrisque, molhe os pés nas águas frias de algum livro.

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ventania.jpgNão é fácil, deve ele admitir, vivermos sob tamanho despautério, não é justo que nós, tão prudentes, sejamos vítimas dessa loucura do tempo, de suas enchentes, suas ventanias, manias.

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musica.jpgCanto que eu só quero longo e curto, vento e estrada, ida e retorno, mar e rio, avião e navio. A amada é um cantar amado, amavio.

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tipo.jpgTipo assim, as pessoas fazem tipo, entendeu? Não é artificial não, vem de dentro, ou vem de fora, vem da sociedade, dos astros, mas também tem essa coisa inconsciente, entendeu?

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pilha_de_livros.jpgA leitura carnavaliza, mexe conosco, é festa cristã e pagã, sagrada e danada, real e irreal. Vou sair, ninguém me segura, no bloco da leitura!

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olhandopelajanela.jpgVocê, sonhando acordado, outros mil mundos concebeu. E trabalhando dobrado, de sol a sol, nem um centavo a mais amealhou.

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pilha_de_livros.jpgLer, enfim, é percorrer as letras e nunca chegar ao fim. Porque o abecedário é pouco para tanta fome e sede de leitura.

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ampulheta.jpgTempo de arrumar uma forma de atravessar o mar e chegar a outras terras, a outros mundos, sem querer colonizar ou explorar — vontade apenas de conhecer o inusitado.