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altObserve-se o absurdo da situação. O governo norte-americano espiona o leilão. A presidente da República reage verbalmente. Mas nenhuma providência é adotada para salvaguardar o interesse nacional e a lisura de uma relação econômica.

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altA tese do “déficit nominal zero” a expensas dos “gastos correntes” liquida praticamente com o experimento distributivo da política social construída depois da Constituição de 1988.

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altA orquestração pela subida dos juros e as pautas de política agrícola totalmente voltadas à economia do agronegócio não resolvem as pressões inflacionárias oriundas do setor primário; são parte de um problema maior e não da solução.

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altEm resposta à crise do crescimento externo, o sistema econômico recalibra suas estratégias de defesa, agora cada vez menos encadeadas com uma política social distributiva e cada vez mais concentradas com os segmentos do setor primário-exportador. Aposta-se demasiado numa fantasia verbal – “o espírito animal do empresários” – em detrimento do argumento da igualdade social.

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altAs políticas conjunturais precisam sinalizar mudança de rumos em relação à dependência externa e à estagnação econômica, sem o que retornaremos ao ciclo vicioso sempre que houver qualquer surto de crescimento econômico.

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altOs desafios que estão postos não são fatalidades, mas constrangimentos estratégicos de caráter estrutural e essencialmente políticos. Mas será que governo e oposição leem a situação dessa forma? Ou continuam apostando no jogo de cartas marcadas?

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altO Concílio Vaticano II criou ou ratificou algumas instâncias de ‘democratização’ do poder eclesial. Mas os dois últimos papados, especialmente o de Bento XVI, realizaram na prática um retrocesso à ordem antiga da ultracentralização romana. E tal movimento não se justificou em nome das reformas da Igreja.

 

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altO arranjo das desonerações, combinado com juros cadentes e câmbio regulado para pequena desvalorização do real (relativamente à situação pré-existente), não tem sido capaz de reanimar o investimento privado, particularmente da indústria de transformação.

 

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altVou fazer breves considerações de fatores que são externos ao espaço físico das cidades, mas que lhe são fortes condicionadores das condições de vida: a estrutura da propriedade e do uso da terra rural atualmente em vigor.

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altPolíticas monetárias e fiscais ortodoxas afetam as aparências da inflação, mas não resolvem a questão, porque não atacam as raízes da dependência externa e da desigualdade distributiva interna, causas mais profundas.

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altO ambiente de novos riscos sociais (ambientais, financeiros etc.) e o contexto de dependência externa são considerados “negativos”, quer a uma estratégia de “marketing” oficial, quer a uma operação de guerra da oposição.

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De maneira muito sintética, a abordagem do ex-ministro e professor Delfim Netto tem foco na ação econômica do Estado brasileiro com vistas a reanimar o ‘espírito animal’ dos empresários.