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O macartismo ressurgiu nos EUA, em 24 de novembro de 2016, na primeira página do Washington Post.

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altSe lembrarmos o déficit dos EUA dá para avaliar o quanto a paz é necessária para o Tesouro ter bala para financiar os planos de Trump. E paz sem Rússia não passará de uma miragem.

 

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altAs divergências entre os dois candidatos ficam mais agudas quando se trata de política internacional.

 

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altObama desejaria acabar seu mandato de modo glorioso, vibrando um golpe demolidor nos assentamentos ou até propondo medidas para resolver a crise na região, incluindo prazo para que a ocupação militar israelense terminasse.

 

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altEnquanto os exilados perderam, eles tiveram muito a ganhar com a revolução, simbolizada por seu líder. Em 2012 a expectativa de vida em Cuba era maior do que a dos EUA.

 

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altEm sua campanha, Trump disse que iria romper o acordo nuclear com o Irã. Em vez de bater palmas a essa bravata, Netanyahu vai pressionar o novo presidente a não fazer isso.

 

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altÉ o que mostra a pesquisa “Valores Americanos em 2016”, realizada pelo “Public Religion Research Institute”. Mas a descrença geral vai mais longe: mais da metade desconfia da lisura do processo eleitoral.

 

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altEnquanto campanhas de bombardeios são invariavelmente descritas na mídia do Ocidente como “dirigidas por sauditas”, os EUA e o Reino Unido são ambos participantes centrais e indispensáveis.

 

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altOs juízes e promotores conservadores usaram seus poderes para sabotar as promessas de liberalização do regime. Rouhani venceu algumas disputas com esses poderosos grupos, mas ainda falta muito.

 

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altAo Wall Street Journal, Trump defendeu foco mais concentrado na guerra contra o Estado Islâmico do que no investimento nas forças rebeldes e na queda do regime de Damasco. Também falou, embora rapidamente, sobre a questão palestina.

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altA condenação de política antidrogas das Filipinas é apenas um exemplo das interferências norte-americanas nos governos dos países de sua órbita de influência. Não é o que a China tem feito.

 

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altDepois de mostrar seu lado desumano, o governo May mostrou ser também xenófobo. Através da secretária do Interior, Amber Rudd, o governo propôs que se encorajassem os empresários a admitirem funcionários ingleses.