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ft_barack_obama.jpgPrimeiro de dois artigos sobre o início da ‘nova política externa’ americana na América Latina e no Oriente Médio.

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foto_hugo_chavez.jpgVemos que em condições normais a Venezuela traria grandes vantagens econômicas ao Brasil, esquecendo um pouco nossos interesses particulares, é inegável que o ingresso de um país com 30 milhões de habitantes e uma das maiores reservas petrolíferas do mundo só pode tornar o Mercosul mais forte.

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faixadegaza.jpgAs sanções de Israel constituem crime de guerra pela IV Convenção de Genebra. De pouco adianta. Nenhum governo do ocidente terá coragem de levar os culpados ao banco dos réus.

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bandeira_ira.jpgA Casa Branca tem um plano para derrubar Ahmenadabad: agravar cada vez mais as sanções contra o Irã até levar sua economia ao colapso.

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tanquedeguerra.jpgComo um narcotraficante poderia estar tão próximo do exército americano e gozar de sua confiança? Respostas podem ser encontradas na história recente do Afeganistão.

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bandeira_israel.jpgIsrael acaba de eleger o parlamento mais direitista e agressivo de sua história. Basta dizer que todos os deputados pacifistas eleitos somaram apenas 8% dos votos.

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ft_barack_obama2.jpgObama não nomeou para as áreas de política externa e da segurança nacional  é muito curioso um presidente convidar para altas posições no seu governo justamente quem não concorda com ele.

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bandeira_paquistao.jpgAlçado ao poder no Paquistão, em 1999, via golpe militar, o general Pervez Musharraf tornou-se um dos maiores aliados dos Estados Unidos no Oriente.

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obama_bottom.jpgSerá inevitável um enfrentamento com os “lobbies pró-Israel” e parte dos congressistas. Mas ele não pode menosprezar seu exército de 13 milhões de militantes.

 
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bandeira_hamas.jpgO que fará Obama? Se persistir em ignorar o Hamas estará dando força a quem não quer nenhuma solução aceitável para o problema. A Israel.

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bandeira_iraque.jpgComparando com a situação atual, o exército americano perde sua autonomia e sua ação fica seriamente restringida e submetida ao comando iraquiano.

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crise_bolivia.jpgA elite econômica e os políticos de direita não podem aceitar um governo que deseja redistribuir a renda e não se acredita que a moderação do governo acabe acalmando os ânimos.