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altEm sua campanha, Trump disse que iria romper o acordo nuclear com o Irã. Em vez de bater palmas a essa bravata, Netanyahu vai pressionar o novo presidente a não fazer isso.

 

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altÉ o que mostra a pesquisa “Valores Americanos em 2016”, realizada pelo “Public Religion Research Institute”. Mas a descrença geral vai mais longe: mais da metade desconfia da lisura do processo eleitoral.

 

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altEnquanto campanhas de bombardeios são invariavelmente descritas na mídia do Ocidente como “dirigidas por sauditas”, os EUA e o Reino Unido são ambos participantes centrais e indispensáveis.

 

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altApesar da maioria das intervenções desastrosas do republicano, houve momentos em que ele defendeu posições sérias, para progressista nenhum botar defeito.

 

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altAo Wall Street Journal, Trump defendeu foco mais concentrado na guerra contra o Estado Islâmico do que no investimento nas forças rebeldes e na queda do regime de Damasco. Também falou, embora rapidamente, sobre a questão palestina.

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altA condenação de política antidrogas das Filipinas é apenas um exemplo das interferências norte-americanas nos governos dos países de sua órbita de influência. Não é o que a China tem feito.

 

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altDepois de mostrar seu lado desumano, o governo May mostrou ser também xenófobo. Através da secretária do Interior, Amber Rudd, o governo propôs que se encorajassem os empresários a admitirem funcionários ingleses.

 

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altBoris Johnson, o secretário do Exterior do Reino Unido, baseou-se no inquérito saudita para declarar que dava nota 10 em comportamento para a aviação saudita. Mas os deputados ingleses preferiram dar ouvidos ao relatório da ONU e denúncias cabeludas.

 

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altAs divergências entre os dois candidatos ficam mais agudas quando se trata de política internacional.

 

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altObama desejaria acabar seu mandato de modo glorioso, vibrando um golpe demolidor nos assentamentos ou até propondo medidas para resolver a crise na região, incluindo prazo para que a ocupação militar israelense terminasse.

 

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altCaso ímpar na história dos EUA: um país estrangeiro forçando direta e indiretamente a alteração de uma lei congressual que o prejudica. E o que é mais grave: contra cidadãos dos EUA.

 

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altÉ de se crer que, caso Abbas insista em apresentar sua causa ao Conselho de Segurança da ONU, provavelmente não conseguirá nada.