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altSegundo relatório da ONU que lista os países que matam mais crianças, nada menos que 512 já foram mortas e 667 feridas pelas forças sauditas. O que representa 60% das vítimas infantis na Guerra do Iêmen.

 

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altEm 2015, Israel destruiu 531 edifícios palestinos na área C, sendo que 75 tinham sido financiados pela União Europeia. Apesar dos protestos contra esse programa, Israel nem se tocou. Resultado: a UE decretou que todos os produtos dos assentamentos origem no rótulo.

 

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altUma possível rejeição das ideias de Sanders pela Convenção democrata será o pior cenário para a sra. Clinton. O candidato socialista se verá obrigado a sair da campanha e poderá até mesmo candidatar-se pelo Partido Verde.

 

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altFoi para desatar o nó que Obama viajou a Riad, onde encontrou o rei e sua corte. Caso as 28 páginas sejam apresentadas cheias de frases cortadas e Obama vete o projeto de processamento dos governos estrangeiros, o governo saudita sairá inocente como um cordeirinho.

 

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altA arma do massacre, o AR-15, pode ser adquirida numa loja ou até pela internet por cerca de 500 dólares. Não foi à toa que Associação Nacional do Rifle já escolheu Trump como seu candidato.

 

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altComo numa guerra os vencedores nunca são condenados, a tragédia de Hiroshima e Nagasaki e o bombardeio inglês com bombas de fósforo que matou 60 mil em Dresden, cidade sem alvos militares, passaram em banco.

 

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altO general Arens, que foi ministro do Exterior e da Defesa, escreveu no Haaretz: “a demissão de Yalon é, provavelmente, um ponto de inflexão na história. Um terremoto político está em gestação". Outra manifestação séria partiu de Ehud Barak, ex-primeiro ministro.

 

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altO máximo que poderia acontecer é a Arábia contentar-se em romper relações com Washington. Mais provável é que o censor Clapper elimine tudo que comprometa direta ou indiretamente Riad e seus príncipes com o atentado das Torres Gêmeas.

 

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altAs causas da reviravolta na posição do governo Obama, desistindo de buscar a justiça em vez dos interesses de Israel, podem ser encontradas nas eleições presidenciais. Hillary Clinton aparece nas pesquisas virtualmente empatada com Donald Trump. Apoiando os palestinos contra Israel, Obama assumiria um risco de perder votos judaicos (embora parte deles seja progressista e o aplaudiria). A opinião pública provavelmente o culparia caso Hillary Clinton perdesse para o bufão Trump.

 

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altA pena do general Bignone é simbólica, mas o julgamento foi particularmente importante, pois pela primeira vez a existência da Operação Condor foi provada num tribunal.

 

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altAinda existe uma saída: a resistência sem violência. Um grupo de altos dirigentes do Fatah e do Hamas a criou e já conseguiu a adesão de vários líderes dos movimentos pró-independência.

 

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altJoe Biden fez uma conferência na qual refletiu o pensamento do presidente Obama. “Eu acredito firmemente que as ações que o governo de Israel tomou nos últimos anos estão nos levando, e levando Israel, numa direção errada”.