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altAbbas, está admitindo o seu fracasso. Com a extrema-direita dando as cartas em Israel seria impossível conseguir a paz numa boa. Ele irá à Assembleia Geral da ONU para declarar a saída dos palestinos dos Acordos de Oslo.

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altSe o bebê queimado vivo foi um crime anunciado por sete outros lares incendiados, ele não deve anunciar o fim da impunidade, causada pelo ódio aos árabes. Não enquanto Israel for governado por políticos que se promoveram surfando nessa onda.

 

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altPara não perder negócios milionários, as empresas dos EUA já devem estar usando seus poderosos lobbies e dólares para demover até republicanos de sepultarem o acordo nuclear.

 

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altQuando dezembro chegar, o Podemos terá boas chances de assumir o governo da Espanha, nas eleições parlamentares. Seria, então, uma alternativa válida, mesmo porque não existe outra.

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altA grande surpresa é que, apesar de se declarar socialista, algo tradicionalmente considerado um palavrão pelo eleitor médio estadunidense, Bernie Sanders vai muito bem nas pesquisas das primeiras prévias do Partido Democrata.

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altNo Congresso, a vitória dos comandados por Netanyahu. Nesse caso, Obama já prometeu que vetará. Se ele contar com pesquisas de opinião favoráveis, terá mais força para convencer os democratas a não darem os 12 votos necessários para derrubar seu veto.

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altPara enfrentar a dura realidade, foi aconselhado um ajuste fiscal, com redução de benefícios sociais e elevação de impostos. Mas Maduro recusou. Como recusou aumentar o preço da gasolina, que poderia trazer uma renda de 12,4 bi. Se na primeira atitude falou o socialista, na segunda falou o político.

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altNetanyahu conta com um poderoso lobby no Congresso norte-americano. Mas deve estar pisando em ovos, pois a comunidade internacional está cada vez mais sem paciência e Obama parece estar pensando em ficar na história como o presidente que pôs Israel na linha.

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altNão há como dizer que a diferença de tratamento dado aos países islâmicos tem a ver com direitos humanos. Para o Ocidente, bons amigos podem violá-los. É uma estratégia furada. Custa muito dinheiro, muitos soldados mortos e muita perda de respeito na opinião pública internacional.

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altQuanto à acusação da senhora Clinton de ser o Irã agente de desestabilização dos governos do Oriente Médio, é um tanto bizarra.

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altNão dá para comparar os muitos crimes, cheios de agravantes, cometidos por Israel, contra os poucos dos palestinos. A Autoridade Palestina acaba de entregar um dossiê contendo o relatório da comissão da ONU. Já é tempo de julgar os responsáveis pela hecatombe de Gaza.

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altSua história tem sido marcada pela tragédia desde fins do século 19. As forças da ONU e do governo anunciaram uma ofensiva final para limpar o leste dos bandos milicianos. Meta difícil, pois são muitos os grupos. O fim desta grande tragédia parece ainda não estar à vista.