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altA rigor, o que observamos a partir de 2003 é que uma política diplomática de viés progressista foi colocada, com muita habilidade, a serviço de uma política externa que se coaduna com os princípios da política econômica defendida prioritariamente pelos bancos e multinacionais.

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Mais patética do que a ação privatista em si, injustificável sob todos os pontos de vista, foi o esforço de dirigentes e líderes petistas procurando contestar qualquer semelhança com as privatizações da era FHC.

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Estudos sobre a distribuição de renda não revelam rendas apropriadas pelos capitalistas. Fica clara, assim, a construção ideológica, em curso no Brasil, de governos, mídia, círculos acadêmicos e os partidos da ordem.

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Dependendo cada vez mais da importação de peças e componentes variados para a “nossa” produção industrial, a desvalorização do real, atualmente em curso, por exemplo, também poderá implicar algum efeito inflacionário nos preços internos. Frente a um quadro dessa natureza, não há dúvidas: o Banco Central voltará a bater na tecla do samba de uma nota só e retomará a política preferencial de elevação da taxa básica de juros.

 

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altTudo indica que os imensos dividendos políticos capitalizados pelo governo Lula encontrem um fim. A crise de 2008, longe de ser uma marolinha, mudou completamente aquele quadro de uma melhor situação das contas externas do país.

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Será mais do mesmo, até que os destinos do mundo global nos empurrem para, de fato, nos assumirmos como país que deve procurar um caminho próprio para um verdadeiro desenvolvimento.

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Em 5/10, o FMI recomendou aos países da América Latina – frente ao recrudescimento da crise européia – o relaxamento da política monetária e o aprofundamento, ou início, de políticas de ajuste fiscal, com contenção de gastos públicos. Assim, antes que a demagogia de uns ou o oportunismo de outros tente passar a idéia – ou reforçar a versão – de uma nova política econômica em curso.

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A decisão do Copom foi baseada na percepção das dificuldades que a crise internacional poderá nos causar, combinada com a desaceleração da atividade econômica que – depois de cinco elevações consecutivas da taxa Selic – vários indicadores já apontam. Ninguém poderá nos garantir que o remédio de sempre, a elevação da taxa de juros, não voltará a ser usado sem a menor parcimônia.

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O governo Dilma levou à frente na semana que passou o modelo previdenciário preconizado pelos bancos, com a aprovação, na Câmara de Deputados, do projeto que cria o Fundo de Previdência Complementar dos servidores públicos federais - o Funpresp.

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Nem a inflação, nem a sobrevalorização do real se transformaram nos bichos-papão apontados inicialmente. O que de fato acabou por surpreender Dilma e sua equipe econômica foi, com certeza, o recrudescimento da crise internacional e especialmente a instabilidade econômica e financeira da Europa.

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A macroeconomia que temos é a recomendada por bancos e transnacionais. Para aqueles que reivindicam uma saída para o impasse em que vivemos, uma primeira tarefa seria conseguir criar uma massa crítica de informações, capaz de desvendar essa realidade ocultada das maiorias, ao menos para setores de uma vanguarda social, disposta a enfrentar as duras batalhas que temos à frente.

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Frente à incapacidade política do governo em alterar os perversos efeitos que a política econômica atual gera sobre a taxa cambial, a taxa de juros e a política fiscal, com a assombrosa e crescente carga de despesas financeiras, medidas paliativas e de resposta emergencial às pressões de setores industriais são anunciadas.