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altNesta série de quatro artigos, publicamos análise de Ramez Maalouf a respeito da forte desestabilização que as potências ocidentais têm promovido no Oriente Médio, neste caso, mais especificamente no Iraque.

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altMais de 500 mil russos-ucranianos se refugiaram na Rússia, dos quais mais de 100 mil pediram asilo político. No entanto, não houve qualquer reação do governo que impedisse a limpeza étnica. A passividade de Moscou já causa rachaduras no círculo íntimo de poder de Putin.

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altComo há um esforço por parte significativa da esquerda brasileira em subestimar e até negar a participação decisiva dos ianques no golpe e na ditadura civil-militar, é preciso resgatarmos as raízes históricas do nosso atual Estado liberal-colonial, que se consolidou a partir dos governos Collor e FHC.

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altNão se trata de uma disputa entre EUA e Rússia sobre a Ucrânia, mas, sim, o ataque e cerco dos EUA contra a Ucrânia e a Rússia (e, por tabela, toda Ásia e África). Não se pode, assim, afirmar que Rússia e EUA estão disputando áreas de influência ao redor do mundo.

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altNão se trata apenas de uma aliança que é regida por um poderoso lobby, mas de um desdobramento quase natural do reconhecimento de uma nação fundamentada no ódio racial e na alienação de terras de povos autóctones a outra nação forjada sob as mesmas bases.

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O ataque do ISIS tem por um dos seus objetivos desestabilizar o governo de al-Maliki. Seria este o motivo de o corrupto parlamento iraquiano, majoritariamente “xiita”, não ter declarado guerra ao ISIS durante a captura de Mossul? Cada vez mais, fica evidente que a geoestratégia balcanizadora.

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altEstabeleceu-se um padrão de conduta para a liderança sionista, racista, o uso de extrema violência contra populações árabes para provocar “choque e pavor” e a expulsão das mesmas. Tal padrão bem-sucedido seria repetido em inúmeros massacres.

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altAmado por alguns e odiado por muitos, inclusive pelos próprios israelenses civis e militares, a vida e especialmente sua conduta militar e política confundem-se com a do próprio Estado de Israel, sempre marcada pelo uso sistemático da extrema violência para a “solução de problemas” políticos.

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altA desumanização permanente dos palestinos pela mídia ocidental e a indiferença de setores esquerdistas entorpecidos por um eurocentrismo empedernido, para a “sorte” dos povos asiáticos, africanos e europeus orientais, são as principais armas israelenses.

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altAs “eleições” de 26 e 27 de maio de 2014 foram dirigidas para garantir a vitória do ditador de facto marechal al-Sissi, em nome da manutenção do Tratado de paz, que é a fiadora da ajuda financeira-militar dos EUA.

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altWashington D.C. não está preocupado com a adesão ou não da Ucrânia à UE. Uma guerra civil aberta ou uma divisão territorial ou a formação de um governo pró-Ocidente na Ucrânia nada mais do que consolida um poder norte-americano na fronteira com a Rússia.

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Os EUA (“povo eleito por Deus”) estão dando garantias de que sua guerra contra o “resto” (sic) da humanidade continuará em 2014. O mais grave desta constatação permanece sendo a indiferença do Brasil a este cenário internacional dantesco.