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altComo se viabiliza a maior exploração de ouro da história da Amazônia, aproveitando a implantação de empreendimentos hidrelétricos. Isso já está acontecendo no Xingu.

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altBastidores é uma série de artigos que não tem prazo de encerramento e vai evoluir para contar ao público como enfiaram Belo Monte e outras hidrelétricas goela abaixo da sociedade.

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altBom exemplo seria apresentar uma análise mais abrangente das alternativas genuinamente limpas de complemento às hidrelétricas. Incentivos à pesquisa para as energias alternativas também. A conferência talvez não fracassasse.

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altO projeto de Santo Antônio parece confuso. Há três versões diferentes do desenho das estruturas da barragem e a que está sendo construída pode ser responsável pelos impactos de destruição da margem direita do rio Madeira.

 

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altDesviar as águas do rio Xingu durante as obras de instalação de Belo Monte e depois, na fase de operação, inviabilizará definitivamente o direito de ir e vir das comunidades. O rio é a via que liga a Volta Grande ao resto do mundo.

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altEmbora a Avaliação Ambiental Integrada (AAI) e os estudos de Viabilidade Técnica e Econômica (EVTE) ainda não estejam concluídos, os processos de licenciamento ambiental das usinas já tramitam céleres no Ibama.

 

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altPara onde vai uma boa parte de toda essa energia que o governo planeja gerar? Não parece ser para suprir os rincões miseráveis isolados, ou para diminuir a desigualdade.

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Parece ser apenas o início de um grande processo de apropriação e privatização dos recursos da Amazônia, incentivado pelo governo, em parceria com grandes empresas nacionais e internacionais e financiamento do BNDES. Projetos de lei estão tramitando no Congresso para viabilizar a construção de eclusas simultaneamente à construção de barragens em rios navegáveis e não-navegáveis. 

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altComo disse, nesta semana, o Desembargador Souza Prudente, depois de mais um voto brilhante que parou Belo Monte: "a consulta não pode ser póstuma" . A justiça mandou parar Belo Monte. A hora da verdade chegou.

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altLógico que o Brasil pretende elucubrar a sua própria "economia verde” pós Rio+20 e, ao que tudo indica, no que tange a energia elétrica, deverá ser escorada em hidrelétricas, combustíveis fósseis, exploração do pré-sal, em metas pífias de conservação e eficiência energética.

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altO Correio da Cidadania publica o primeiro artigo da nova integrante de sua equipe de colunistas, a ativista sócio-ambiental e pesquisadora Telma Monteiro. Em sua estréia, Telma trata exatamente da necessidade premente de preparar o país para um novo modelo de crescimento.

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O objetivo do plano que acabou integrando o PAC 2 seria "levar aos rios os planejamentos feitos para a malha ferroviária do país" com linhas de financiamento do Banco Mundial já contratadas.