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Havia a perspectiva de parceria energética, através do Diálogo Estratégico de Energia Estados Unidos-Brasil.

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Nenhum dos dois países logrou êxito em suas reivindicações: o Brasil aspirava-as na política; os EUA, na econômica.

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A primeira prisioneira e, por que não?, líder política brasileira.

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Sem dúvida, havia atritos entre os dois, porém passageiros.

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Dilma, ao logo alterar a postura no tocante a direitos, aproximar-se-ia de Obama na retórica.

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Se Michel Temer observasse melhor os rituais diplomáticos, teria evitado constrangimentos.

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Mal superou uma semana, mas foi suficiente para firmar a base da independência e do federalismo.

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Mais uma vez, os brasileiros esperavam boa vontade com suas exportações sem que houvesse necessidade de contrapartida.

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Quando Obama visitou o Brasil, ainda vivia-se o sonho de todos ganharem juntos.

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Se no álcool a parceria permaneceria estremecida, no petróleo ela poderia ser diferente.

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Se falta hoje entusiasmo para empunhar de maneira coerente o ideário da transformação, há duzentos anos, não.

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Obama viria a Brasília como maneira de demonstrar apreço pela nova presidente e desta feita reforçar nova fase na relação bilateral, desgastada de certo modo.