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Graças aos efeitos das denúncias da espreita norte-americana, a presidente Dilma Rousseff assinou em abril de 2014 o marco civil da internet.

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A despeito da quantidade de interessados em deslocar-se aos Estados Unidos, o Brasil não conseguia compor o programa Global Entry.

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A iniciativa germano-brasileira seria aprovada em dezembro de 2013, por meio de resolução.

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O zênite da inquietação diplomática ocorreria na oitava cúpula do G-20, realizada em São Petersburgo, na Rússia.

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O país buscava manter-se equidistante da rivalidade entre os dois dirigentes – Barack Obama e Nicolas Maduro.

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Após espionagem, dano no relacionamento da Casa Branca com vários países da região seria identificado na OEA.

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O país, através de Dilma, proporia a regulamentação mundial sobre a questão, até em função da repercussão interna.

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Washington não demonstraria boa vontade em desculpar-se ou pormenorizar de forma reservada a Brasília sobre a espionagem.

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O ano eleitoral trazia esperanças até no aspecto lúdico, enquanto as relações bilaterais precisavam de normalização.

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Apesar do mencionado desgaste no relacionamento bilateral, o Brasil não concederia asilo político a Edward Snowden.

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Dilma tentou um gesto altivo ao cancelar viagem, mas guerra da Síria anulou a atenção desejada.

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2013 representa claro momento de divergência na ampla coligação presidencial.