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Se falta hoje entusiasmo para empunhar de maneira coerente o ideário da transformação, há duzentos anos, não.

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Obama viria a Brasília como maneira de demonstrar apreço pela nova presidente e desta feita reforçar nova fase na relação bilateral, desgastada de certo modo.

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A incipiente acomodação política do trabalhismo tropical teria sido escolha consciente, não imposição externa.

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A intermediação do Brasil e da Turquia entre EUA e Irã foi sem sombra de dúvida importante, embora sem êxito no final.

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Sem dúvida, havia atritos entre os dois, porém passageiros.

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A Casa Branca gostaria que suas companhias participassem das obras de infraestrutura dos megaeventos esportivos.

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Com a vitória sobre Serra, vieram a lume na política externa os primeiros traços de que ela não adotaria o mesmo ritmo do predecessor.

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Desta vez, seria o retorno momentâneo do realismo e o reconhecimento dos limites do país como potência.

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Mais uma vez, os brasileiros esperavam boa vontade com suas exportações sem que houvesse necessidade de contrapartida.

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A postura esperançosa - ou melhor, idealizada – da política externa no curto prazo se sobreporia às críticas de longa duração.

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Malgrado a preferência dos norte-americanos, o importante para Brasília seria a necessidade de reformar o CS-ONU, ou seja, alargá-lo.

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A gestão petista procurava emaranhar-se no torvelinho de grandes questões internacionais por duas motivações imediatas.