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altO setor de telecomunicações brasileiro “demonstra de forma indiscutível” que o “Estado” tem sido “capturado pelos interesses do grande capital”, diz Gustavo Gindre à IHU On-Line, ao comentar a atual situação do setor e a crise da Oi, em entrevista que o Correio da Cidadania reproduz.

 

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altOs argumentos usados são completamente falaciosos. A Petrobrás não está quebrada. O anunciado “rombo” de R$ 34 bilhões, em 2015, é um valor que não se sustenta, pois é fruto de uma desnecessária e perniciosa desvalorização contábil.

 

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altO Correio da Cidadania entrevista o economista e professor da Unicamp Eduardo Fagnani, que fez severas análises das pretensões do novo governo, a seu ver bastante calcadas em vontades políticas e ideológicas.

 

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altO Brasil continua diante dos impasses políticos e econômicos, a aguardar as medidas de governo interino de Michel Temer. Enquanto atores do porte de Lula articulam saídas à crise, inclusive admitindo a discussão em torno de novas eleições, nada parece sair do papel. Ao mesmo tempo, paira um grande temor em setores da população a respeito da orientação conservadora das políticas do governo do PMDB. Para qualificar o debate em torno das questões  sociais, entrevistamos Guilherme Delgado, economista e pesquisador aposentado do IPEA.

 

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altPara entender as mudanças que estão em jogo, listamos as prerrogativas que, provavelmente, serão utilizadas pelo controlador privado para recuperar seu investimento para assumir tal função societária.

 

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altHá propostas consistentes de diminuir o endividamento para limitar a venda dos ativos ao mínimo necessário, sem desintegrar a empresa, sem paralisar investimentos essenciais, sem descontinuar obras que estão em fase de conclusão e são importantes para o país.

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altAs multinacionais de capital privado do petróleo não repõem suas reservas na taxa em que são esgotadas, têm produção declinante, resultados financeiros fracos e perderam boa parte de sua capacidade tecnológica, ao terceirizar atividades. Em uma palavra, definham.

 

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altSe for realizado depois de sua recuperação, não é baixa a probabilidade de que, dada a magnitude dos cortes previstos, joguem de novo a economia na lona.

 

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altNeste trabalho são apresentadas alternativas ao plano de privatização.

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altJá é tempo de acreditar no Brasil e abandonar o “complexo de vira-latas”. Pior do que o complexo é a vontade de defender, com despudor, os interesses alienígenas.

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altO Correio prossegue na publicação de análises da política econômica do governo interino de Michel Temer e suas consequências nas áreas sociais. Dessa vez, entrevistamos Lena Lavinas, professora do Instituto de Economia da UFRJ com estudos focalizados nas políticas públicas de cunho social, claramente penalizadas no programa comandado pelo ministro da Fazenda Henrique Meirelles e, a seu ver, alvos constantes do processo de financeirização. “A medida mais grave é colocar justamente a previdência, a maior política social brasileira e algo em torno de 8,5% do PIB, nas mãos da Fazenda”.

 

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altO Correio da Cidadania entrevistou o economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, um das figuras mais proeminentes do país na referida área.