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Crise EUAOs EUA desfrutaram de inputs energéticos sem precedentes e o resultado são outputs de entropia também sem precedentes. Jim Kunstler.
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reais.jpgUm relaxamento na ortodoxia da condução da política monetária e fiscal pode trazer um impacto extremamente positivo sobre a perspecti de crescimento da nossa economia. Por Carlos Pinkusfeld Bastos
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dinheiro O comportamento dos “estados-economias líderes” não explica a riqueza de países que nunca foram grandes potências. Mas mesmo nestes casos, o sucesso econômico tem a ver com o “efeito em cadeia” da competição e do crescimento dos “estados-economias” que lideram o desenvolvimento mundial. Por José Luís Fiori.
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ConsumismoA elite individualista, consumista e ostentatória, retratada na reportagem de Mônica Bergamo e teorizada no livro de Marcio Pochmann, não tem qualquer preocupação com o destino do país e tem “nojo” do povo brasileiro. Por Altamiro Borges.

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CriseA crise financeira dos últimos dias pode ter uma dimensão menos visível à primeira vista, mas de efeitos mais prolongados. Artigo de José Luís Fiori.
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Usinas NuclearesCálculos feitos por técnicos do ONS indicam que o custo marginal médio para a expansão do sistema hidroelétrico é de aproximadamente R$ 80/MWh, enquanto o custo de geração de Angra III está em torno de R$ 144/MWh. Por Joaquim Francisco de Carvalho.
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PrevidênciaSerá mesmo deficitário o Regime Geral da Previdência, além de ser um dos mais generosos do mundo? Esse é o senso comum que a maior parte dos economistas e financistas, auxiliados pela enorme penetração que têm nos meios de comunicação, quer impingir na opinião pública. Por Valéria Nader.

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brbandeiragrito.jpgAlém do Banco Central, que hoje está sob controle dos banqueiros e que faz questão de empacar o PAC, o setor financeiro quer agora abocanhar os volumosos recursos do BNDES.
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ImpostosO IGF incidiria em um percentual pequeno da população e contribuiria para a redução da carga tributária de setores produtivos. Roberto Saraiva.
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FMIEm virtude do papel histórico que o FMI cumpre, as novidades dele advindas sempre buscarão reforçar a perda da autonomia das políticas econômicas dos países membros periféricos. Artigo de Fábio Marvulle Bueno.
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EUAA realidade não pode ser exorcizada com manipulações midiáticas. A acumulação de déficits, a degradação do dólar e, sobretudo, o estouro da bolha imobiliária tornavam inevitável o desenlace. Por Jorge Beinstein.
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terraesquentando.jpgA mesma mídia que transmite sobre catástrofes previsíveis – fundamentadas ou meramente conjeturais - pouca atenção presta à maneira como as economias industriais dominantes, tendo os Estados Unidos como protagonista, tratam dessa questão. Guilherme C. Delgado.