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altO petróleo e em especial do Pré-Sal não escapam à lógica, mas será que os projetos governistas e oposicionistas sobre sua exploração são tão diferentes? Foi sobre isso que conversamos com o cientista político e consultor em economia Pergentino Mendes de Almeida.

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altExistem conjunturas nacionais em que se deflagram processos sociais complexos. Um de seus sintomas é a radicalização das posições e do debate político em geral, assim como a simplificação de questões relevantes. Essas conjunturas, no entanto, não se explicam somente pelas disputas entre os grupos internos.

 

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altAs saídas não emergem das discussões entre economistas monetaristas, autointitulados liberais, versus keynesianos. Desemprego, aperto financeiro e dívida pública imensa, em contraste com a abundância de recursos naturais e de gente querendo trabalhar e progredir na vida. Há que tratar da produção e da finança em conjunto.

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altÉ necessário garantir a propriedade do petróleo brasileiro e ficar com seu valor de uso. Agregar valor ao petróleo, na produção de derivados, petroquímicos e fertilizantes. Distribuir a riqueza, atender as necessidades dos brasileiros e erguer a infraestrutura para a produção das energias renováveis.

 

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altA privatização interna da Petrobras teve um grande impulso no governo FHC, quando em 1997, logo após a quebra do monopólio, se realizou um acordo de exclusividade à Odebrecht em futuras parcerias. Este processo teve continuidade nos governos Lula e Dilma.

 

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altQuando se noticia o crescimento negativo do PIB de 3,8 % deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta caiu muitíssimo mais que do que 3,8 % ao ano, à taxa do conjunto da economia. De fato, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos , além dos cartéis transnacionais e demais rentistas.

 

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altPara discutir mais esse tema repleto de informações pela metade, entrevistamos Denise Gentil, economista que acabou de concluir doutorado sobre o que considera o falso déficit da Previdência. "Quando todas as receitas são computadas, obtém-se superávit de R$68 bilhões no ano de 2013, R$ 36 bi em 2014 e R$16 bi em 2015".

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altMas, e a verdadeira solução? Delfim Netto não a pode apontar. Teorias sofisticadas, voltadas para conservar o império da oligarquia concentradora, como o keynesianismo, embora rotulado como progressista, são uma espécie de ópio de economistas, inclusive ditos de esquerda.

 

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altPor que Cunha permanece presidente da Câmara, embora acusado, com provas, de delitos gravíssimos? Por que a grande mídia noticia tão pouco e distorce o que acontece na Operação Zelotes, a qual envolve sonegação de impostos de R$ 600 bilhões?

 

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altTem feito parte dessa cascata de consequências deletérias do modelo, implantado desde 1954, debilitar as Forças Armadas, abaixar a qualidade cultural, o grau de identificação das pessoas com a nação, o nível da educação em todos os graus e, finalmente, o êxodo, por falta de oportunidades de trabalho, de residentes qualificados.

 

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altCada vez mais, está tomando lugar a opinião difundida por grupos de pensadores que identificam a necessidade de se discutir, de maneira ampla, formas de diminuir (e de estancar) o crescimento, tanto de empresas quanto de economias mundiais.

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altFinalmente, depois de tanto desmentir, o governo federal admitiu uma verdade que lhe é incômoda: a hidrelétrica de Belo Monte, a quarta maior do mundo, que já está em fase final de construção para começar a produzir energia neste ano, não é viável economicamente.