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altA esquerda que a direita gosta não pisa nem salta fora do esquadro dos conglomerados financeiros e de commodities. Se antes obtinham passividade pela ambiguidade (superacumulação com benefícios sociais) agora advém da pura perplexidade, do esboroamento de qualquer referencial organizativo. Eleição geral rendida logo ao primeiro discurso, como expressão do que resta da democratização.

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altO mais lamentável é estarmos nas mãos de uma elite retrógrada, com mentalidade. De outro lado, essa é a “esquerda” que se vê, a de Haroldo Lima: raciocina como a direita e naturaliza a venda de bens estratégicos, num momento que reconhece como desfavorável.

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altNão restam dúvidas de que o objetivo maior da Operação Lava Jato não é prender os donos das principais empresas do país e sim paralisar as principais obras e, principalmente, a Petrobrás.

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altA economia brasileira está seriamente doente. Sem ordem constitucional de verdade, não há como sair do atoleiro, pois os beneficiários da corrupção sistêmica a institucionalizaram e criaram mecanismos, em todas as esferas do poder, para aprofundá-la.

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altA oligarquia financeira controla os governos dessas potências e os seus sistemas de instrução pública e de comunicação social, incumbidos de gerar a carência de capacidade analítica e interpretativa dos fatos, que determina as maiorias a não perceberem o quanto as políticas imperiais são destrutivas e mesmo genocidas.

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altO caso da Grécia ajuda a compreender o desafio que o Brasil terá de enfrentar. Está claro que as potências imperiais e seus vassalos brasileiros não toleram mudanças na política econômica nos últimos 61 anos, por mais modestas que sejam. Ao contrário, só admitem radicalizá-la.

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altA dívida pública federal começou na época da ditadura militar com o empréstimo de dinheiro dos EUA a juros flutuantes, que chegaram a 23%. Mesmo considerada ação criminosa pela Convenção de Viena, o governo da ditadura aceitou a situação.

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altPara o economista Luiz Gonzaga Belluzzo, os ajustes fiscais do ministro Joaquim Levy erram na forma e no conteúdo. Na forma, porque não foram discutidos com as bases sociais. E no conteúdo, porque focam no desequilíbrio fiscal, quando a preocupação deveria ser investir na infraestrutura para puxar a aceleração da indústria.

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altA integração produtiva e o acesso a um enorme mercado, com potencial de crescimento e praticamente cativo, são vantagens estratégicas da Petrobrás que são colocadas em risco pelo plano de privatização proposto..

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altO ódio das Organizações Globo à Petrobrás é tão grande que a empresa teve de veicular matéria paga quando recebeu o prêmio equivalente ao “Nobel” da indústria do petróleo, pela terceira vez, em 2015.

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altOs números deixam claro que não sofremos uma crise fiscal, ou seja, originada pelo suposto de que o “governo arrecada muito e gasta pior”. De fato, existe superávit fiscal se excetuamos da conta o gasto financeiro do governo com os juros da dívida. A Constituição em vigor prevê sua auditoria.

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altO Brasil está inundado com as manchetes, notícias, comentários sobre as atuais medidas de ajuste fiscal. O trabalhador já começou a sentir na pele. O economista Guilherme Delgado foi entrevistado pelo Correio da Cidadania para avaliar cenário de difícil tradução para os leigos.