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altSeja sob o atual governo,  manipulado para ceder mais, seja sob políticos mais intimamente vinculados ao império anglo-americano, como os do PSDB, trama-se a culminação do processo de desnacionalização e de destruição completa da soberania nacional.

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altNão basta, para reverter o descalabro, evitar que Dilma seja substituída por alguém mais propenso a aceitar as imposições imperiais. Há que dar passos na restauração da soberania nacional, ferida pela alienação de 40% das ações preferenciais da Petrobras e pelos leilões do petróleo do pré-sal.

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altJoaquim Levy, fiador político dos amantes PMDB e PT, novo titular da Fazenda e, não menos importante, representante do Bradesco no Ministério de Dilma, ele é chamado para garantir ao mundo das finanças a manutenção do sistema de drenagem massiva de recursos públicos em direção aos bancos.

 

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altA questão colocada para a tática é como iremos defender os limites do que ainda não foi privatizado, internacionalizado e financeirizado sem combater firmemente a política econômica do Governo Dilma II.

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altAntes de qualquer corte de direitos de trabalhadores e aposentados, é preciso investigar o verdadeiro privilégio deste país: a questionável dívida pública. Os rentistas da dívida pública que devem ficar com 47% do orçamento de 2015.

 

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altNo fim de novembro, a OPEP, que controla quase 40% do mercado mundial, se reuniu em Viena para tentar chegar a um acordo a respeito das restrições de produção, mas a crise não foi resolvida e o petróleo continuou a cair. Em meio a um cenário de incertezas, países exportadores da commodity – como Rússia, Nigéria, Irã e Venezuela – foram duramente atingidos.

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altOs promotores da desestabilização da presidenta da República e do golpe em curso são de dois tipos: a) os colaboradores do sistema imperial; b) os enganados pelo alienado discurso moralista e arregimentados para solidarizar-se com a repressão destinada a eliminar as empreiteiras e acabar de desnacionalizar a Petrobrás.

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alt“Depende exclusivamente da presidente da República determinar ao Banco Central a redução da Selic. Mas aí vem a questão: ‘a Selic controla a inflação’. Não, não controla”, adverte o economista Amir Khair.

 

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altQuando o ano começava, esperava-se que a economia brasileira fosse alcançar um ritmo de crescimento morno, na faixa de 2% a 3%. Ao findar-se 2014, a percepção é de que praticamente estagnou: se tiver havido alta do PIB, não deverá chegar a 0,5%.

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altJosé Márcio Palheta oferece abundantes raciocínios e dados para aqueles que não querem se restringir ao rosário de lamúrias e lágrimas. Seu trabalho é uma sólida penetração na complexidade de componentes que respondem pela fisionomia atual de uma região mineradora formada no Pará por 35 municípios.

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altOs escândalos de propinas e apadrinhamentos da Petrobras continuam em voga. Como sempre, a mídia, em mais um de seus simulacros de combate à corrupção, não fica um dia sem falar do assunto em tom de feirante. Apesar da novidade de os corruptores também serem jogados aos leões, a abordagem do assunto se resume à narração de malfeitos, deixando de fora toda a importância estratégica da empresa, o que foi a tônica da entrevista do engenheiro Fernando Siqueira ao Correio da Cidadania.

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altPor que Arábia Saudita, aliada dos EUA, age para derrubar preços do combustível? Como isto afeta Petrobras, em meio à Operação Lava Jato?