Edição 1000

  • É possível combater a direita e dizer adeus ao lulismo

    altA reação mais despolitizada e prejudicial pra quem se considera socialista é seguir acreditando em um mundo que caiu. O projeto petista está agonizando. E é lamentável ver o nível de debate no qual se resume parte de sua militância.

     

  • “O Brasil está ensandecido e corre risco de entrar numa aventura de briga de rua”

    altO Brasil acordou sob assombro no dia da ida de Lula, sob “coerção jurídica”, à PF, a fim de prestar depoimento na cada vez mais midiática e politizada Operação Lava Jato. Enquanto o país absorve tamanho impacto, o Correio da Cidadania entrevista o cientista político Rudá Ricci.

     

  • A sociedade pode apontar saídas para um governo que acabou antes do fim

    altNo que diz respeito ao terreno da mobilização, precisamos inovar pois não há nada mais conservador do que simplesmente convocar uma manifestação, que é uma forma aceita e reconhecida pelo poder.

  • Pragmatismo antiético do mercado

    altA razão instrumental da modernidade fracassou por ceder ao pragmatismo do mercado e se distanciar de valores como a ética. No capitalismo, qualquer sistema axiológico constitui um estorvo.

  • Turcos brincam com fogo

    altCaso os curdos, apesar da artilharia turca, tomem Azaz, ficará fechada a principal porta de entrada para os reforços dos rebeldes. Com as quedas de Aleppo e de Azaz, Assad adentrará a conferência de Genebra com maior força para ter seus pleitos atendidos. É o que Erdogan quer evitar a todo custo.

  • E o clima? Por um verdadeiro debate sobre o pré-sal

    altQue o projeto de José Serra é um desastre e favorece escandalosamente as corporações petroquímicas não há dúvidas. Mas é importante ter em mente que não é um desastre maior do que a exploração em si! Não existe diferença nas propriedades físicas de um CO2 "público" ou "privado", tampouco de um "CO2 de esquerda" ou “direita".

     

  • Como superar os males do lulismo

    altOs partidos e movimentos sociais só serão respeitados pelos trabalhadores e o povo brasileiro quando se livrarem da influência do lulismo, quando criticarem as práticas adotadas pelo conglomerado lulista, quando, enfim, cessarem de vez com o endeusamento de uma liderança que abandonou seu compromisso.

     

  • Jamil Chade: “Não há muito a esperar da eleição da FIFA”

    alt“Não adianta só atacar os cartolas. É preciso atacar os cúmplices, seja a classe política ou empresarial, patrocinadores etc. Vale lembrar que 10% do Congresso brasileiro recebeu financiamento de campanha da CBF”, observou.

     

  • O futuro depende de nós

    altOutra indispensável correção de rumos responde, sobremaneira, pela necessidade de superar algumas dicotomias, especialmente quanto à conciliação da geração de empregos – situação macroeconômica que impulsiona a economia ao crescimento – com a preservação do meio ambiente.