Edição 1003

  • Uma Semana Santa pela paz no Brasil

    altPelas declarações, a CNBB pede serenidade no momento, inclusive alertando continuamente sobre o risco de quebrarmos nossa frágil ordem democrática.

  • Democracia posta à prova

     

    altEm vez deste impeachment sem fundamento legal e sem justificativa, que nos unamos todos em torno das providências urgentes para que o Brasil supere este momento de crise, e reencontre o caminho da verdadeira justiça e da paz social.

     

  • Bruxelas: os cavaleiros do próprio apocalipse

    altÉ mais uma guerra civil, de classes, ou melhor, de desclassados, sem futuro, do que um confronto de religião ou de raça, travada por desesperados, condenados a uma vida sem destino, na ferida cidade de Bruxelas.

     

  • O discurso de Lula ou: não é fácil desmistificar a política

    altEm vez de clamar pelo respeito a valores republicanos, em vez de clamar por apoio a um aprofundamento dos direitos sociais e coletivos, Lula repete os mesmos termos do discurso que pretende combater.

     

     

  • Europa paga por seus governantes

    altFrança e Reino Unido deveriam ser culpados pela ascensão do EI e o terrorismo na Europa. Os europeus ocidentais fizeram muito pouco para ajudar no “fim das hostilidades” na Síria. Surpreendentemente bem sucedido, é uma conquista quase apenas dos EUA e da Rússia.

     

  • Fim de ciclo petista: um golpe no coração da esquerda latino-americana

    altA crise que afeta o Partido dos Trabalhadores terá repercussão em toda a região latino-americana, já que as forças de esquerda e progressistas sempre se referenciaram em um tipo de “irmão mais velho”, que agora enfrenta o que pode ser sua fase terminal.

  • “Lula é o grande responsável pela crise"

    altA vida precisa seguir e uma das frentes a ser enfrentada é a recessão econômica que continua aumentando o desemprego. Foi sobre todo esse quadro que o economista Reinaldo Gonçalves concedeu mais uma implacável entrevista ao Correio da Cidadania.

     

  • Enfrentar a direita sem cair nas ciladas do lulismo

    altA esquerda deve esquecer ou ignorar que a democracia em vigor submete-se à ditadura do modelo econômico que manda e desmanda no país? Não há na democracia atual nenhuma discriminação com os trabalhadores e os pobres? Faz sentido a esquerda defender essa democracia que distorce o processo eleitoral e assalta o dinheiro público?

     

  • Sob a névoa da conjuntura

    altExistem conjunturas nacionais em que se deflagram processos sociais complexos. Um de seus sintomas é a radicalização das posições e do debate político em geral, assim como a simplificação de questões relevantes. Essas conjunturas, no entanto, não se explicam somente pelas disputas entre os grupos internos.

     

  • Campanha da Fraternidade 2016 e sustentabilidade (2)

    altOra, como podemos falar de sustentabilidade ou desenvolvimento sustentável, se o sistema capitalista neoliberal é - continua o Papa Francisco - “um sistema de relações comerciais e de propriedade estruturalmente perverso”?

  • Mobilização e avaliação de erros

    altSeria conveniente que os petistas começassem a pensar seriamente em acertar as contas, em profundidade, com uma política organizativa e institucional que permitiu que meliantes e aloprados de “Padrão Delcídio” se tornassem figuras de proa no partido.

  • A morolidade

    altAlgumas consequências dos seus atos nos fazem suspeitar que ele beneficia o capital estrangeiro. Juízes que têm ódio a determinados acusados, por razões diversas não constantes dos autos, e não têm equilíbrio humanitário, extrapolam em suas ações.

     

  • Hora de decisão

    altQuando se noticia o crescimento negativo do PIB de 3,8 % deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta caiu muitíssimo mais que do que 3,8 % ao ano, à taxa do conjunto da economia. De fato, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos , além dos cartéis transnacionais e demais rentistas.

     

  • Os golpes já foram e continuam sendo dados

    altDito o óbvio e encarando que o impeachment seria um golpe como muitos defendem, vou então destacar que até aqui alguns golpes bem recentes foram dados com a participação do PT e a maioria dos que gritam #NãoVaiTerGolpe acha “normal” ou “joga pra debaixo do tapete”.

     

  • A saída de Putin

    altEle preferiu a posição conquistada para influenciar os dois lados a serem razoáveis e aceitarem uma paz, sem vencedor. Agora, ele espera que Obama renuncie a seu mantra “Assad tem de sair” e convença os rebeldes moderados e seus amigos Turquia, Arábia Saudita e Catar a caírem na real.

     

  • A indignação hipócrita e mais um aniversário à espera da verdadeira democracia

    altNesse modus operandi de exceção a deixar Carl Schmitt admirado, tudo é permitido à caça de uma certa corrupção (a depender do assunto e de quem se trata), com amparo em delações seletivas, onde juízes e promotores-militantes sobrepõem-se às funções para as quais foram investidos.

  • Fábio Konder Comparato: “A Operação Lava Jato perdeu o rumo”

    altPara entender a natureza jurídica dos fatos e avaliar a atual crise, conversamos com o jurista Fábio Konder Comparato, professor emérito da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. O jurista teceu duras críticas à nossa jovem democracia. “É um acúmulo de ilegalidades".

     

  • Referendo revogatório: que o povo decida

    altNão se trata de solução mágica ou maravilhosa: o repertório de escolhas que esse sistema político-partidário põe ao dispor da população continuaria muito restrito. Mas é a única maneira de trasladar o protagonismo atual de juízes e promotores a quem de direito, ou seja, ao povo.

     

  • Qual democracia?

    altNão bastaria repetir uma palavra vazia de significados. Seria interessante incluirmos os sentidos de uma democracia radical, dos que não possuem, da distribuição de riquezas, do respeito e do direito à manifestação e à organização, contra o Estado policial.

     

  • Obama abre o verbo em Cuba

    altSegundo Washington, em seu colóquio com Raúl Castro o presidente dos EUA ressaltaria os avanços nas relações entre os dois países, falaria do aumento de intercâmbio comercial e também “seria muito franco quanto aos temas sobre os quais há desacordo”.