Edição 1004

  • “O pântano no volume morto: degradação institucional brasileira atinge ponto mais agudo"

    altEntrevistamos o sociólogo Ricardo Antunes, para quem "o parlamento brasileiro é o pântano no seu volume morto. E ele preferiu se utilizar de um instrumento legal, que é o impeachment, a partir de uma manobra ilegal".

     

  • Desafios de futuro à revolução cubana

    altOs dólares são bem vindos a uma economia deficitária, embora haja consciência de que o reatamento significa o choque do tsunami consumista com a austeridade revolucionária.

  • Sobre a vontade generalizada de ser massa de manobra

    altQueremos alguém que vá lá e resolva – “Juiz Moro, esse vai resolver!”, “Dilma é a única honesta!”, “Lula é o nosso líder!” são as palavras de ordem do momento. Todas exprimem uma única e mesma crença, de uma maneira ou de outra, com mais ou menos consciência.

     

  • ‘Estou sentindo que vai haver uma revolução das mulheres no Brasil’

    altAs pautas relativas aos direitos das mulheres e igualdade de gênero estão entre as que mais arejam a luta social brasileira. E foi sobre isso que entrevistamos Tati Gois, militante negra e feminista de São Paulo.

     

  • O buraco negro da conjuntura política nacional

    altQuais questões estão sendo invisibilizadas ou tendo sua não existência produzida quando a conjuntura política nacional parece sugar todas as atenções? Podemos verificar um apagamento na mídia.

     

  • 52 anos do Golpe: a imprescritibilidade da tortura e a Lei de Anistia

    altMais um 31 de março. Na América Latina, países como Argentina, Chile e Uruguai, por exemplo, estão anos à frente nesta matéria, de ressaltar-se, inclusive, a revogação de leis e decretos, outrora editados, inibidores das apurações.

     

  • Hillary Clinton fracassa como vidente

    altO Wikileaks publicou e-mails do arquivo da candidata democrata. O mais triste não é a incapacidade de Clinton antever o futuro no campo internacional. É seus e-mails refletirem claramente o desejo de que fatos injustos ou pelo menos discutíveis viessem a acontecer.

     

  • Temer, o temerário

    altO fato é que ele nunca será presidente por eleição direta, em que a cédula o tenha na cabeça de chapa. Portanto, sua escolha é pelos 15 minutos de glória, agora ou nada. Excetuando o Requião, não há no PMDB uma figura presidenciável de respeito. Trata-se do partido vocacionado para dar a garantia da governabilidade, a um custo social alto.

  • Parafraseando Brecht

    altPrimeiro não aceitaram os resultados das urnas

     

    Porque a diferença fora pequena

     

    Eu acreditei

     

    Ainda mais porque não tinha votado na presidente...

  • Sobre crises, golpes e a disputa do Planalto

    altÉ preciso escapar das sandices típicas das claques organizadas e mercenárias. Na forma de perguntas e respostas, o presente texto procura abordar alguns dos aspectos mais candentes da atual crise nacional e identificar as posições da situação e das oposições.

  • A classe trabalhadora volta do paraíso

    altSegundo um petista, “a periferia está com Lula”, sugerindo uma condição imutável. Sem dúvida que uma parte dela ainda está. Contudo, as pesquisas não são tão otimistas e, se não há panelaços na periferia, tampouco ela tem se manifestado em defesa do projeto lulista.

     

  • A História acelera seus passos, mas quem dá a direção?

    altA direção do espetáculo está sob controle do capital internacional. Na agenda política a entrega do pré-sal às multinacionais, a privatização das estatais, a menor participação do Estado no setor financeiro, a contrarreforma da previdência, a abertura das licitações públicas às multinacionais da construção civil.

     

  • ‘Governo arruinou a Petrobras; Brasil já perdeu janela aberta pelo Pré-Sal pra se alavancar’

    altO petróleo e em especial do Pré-Sal não escapam à lógica, mas será que os projetos governistas e oposicionistas sobre sua exploração são tão diferentes? Foi sobre isso que conversamos com o cientista político e consultor em economia Pergentino Mendes de Almeida.

  • O que pretendem os setores dominantes com o impeachment de Dilma: notas preliminares

    altA unidade de ação tem de enfrentar o núcleo duro do embate político atual: impedir as contrarreformas necessárias para viabilizar o ajuste fiscal de proporções gregas.

     

  • O processo de privatização interna da Petrobras e a corrupção

    altA privatização interna da Petrobras teve um grande impulso no governo FHC, quando em 1997, logo após a quebra do monopólio, se realizou um acordo de exclusividade à Odebrecht em futuras parcerias. Este processo teve continuidade nos governos Lula e Dilma.

     

  • Tirar os antolhos

    altPor que Cunha permanece presidente da Câmara, embora acusado, com provas, de delitos gravíssimos? Por que a grande mídia noticia tão pouco e distorce o que acontece na Operação Zelotes, a qual envolve sonegação de impostos de R$ 600 bilhões?

     

  • Natureza violentada

    altPor qualquer ângulo, a crise ambiental pode ser vista como a expressão máxima de que a Terra é um organismo vivo que se baseia em equilíbrios extremamente sutis que, face à presença humana, foram acintosamente violentados tendo em vista fins produtivistas.

  • Direitos humanos e loteria biológica

    altNão sejamos ingênuos. Direitos humanos e sistema capitalista são incompatíveis, porque o próprio sistema proclama que o direito prioritário é acumulação privada da riqueza.