Edição 1005

  • Desigualdade e educação

    altÉ interessante observar que uma pequena transferência de renda dos segmentos mais ricos para os mais pobres poderia colocar o Brasil em um patamar bem diferente do atual.

  • Condições necessárias para superação da crise econômica

    altConjecturo, para efeitos analíticos, com a tese do não impedimento de Dilma e vejo no dia seguinte a necessidade de um governo de “salvação pública” com vistas a estancar e reverter as tendências perversas ao prolongamento indefinido da recessão e à ruptura da coesão social.

     

  • Michel, o Usurpador

    altAquele que se apodera de um título, cargo ou função que não é seu, pelo engano ou pela força, seja qual seja. Porém, fica uma questão. “Michel, o Usurpador”, não é demasiadamente pomposo para o tamanho do homem?

     

  • Brasil, cuidado com a intolerância!

    altVivemos um momento que estes segmentos intolerantes, que sempre existiram, mas estavam “de pijama” desde o fim da ditadura civil-militar de 1964, se sentem à vontade para atuar por fora da lei, com apoio de muitos parlamentares e governantes.

     

  • O alicate político e ecológico das mudanças climáticas oprime os povos indígenas

    altAs condições políticas cada vez mais duras, com a volta da repressão em alguns países ou a intromissão governamental para dividir as organizações indígenas, são os dois braços de um enorme alicate, ecológico e político, que exerce pressão sobre os povos indígenas.

     

  • “Na política brasileira, está em jogo, acima de tudo, repactuação do poder e estancamento da Lava Jato”

    altO Correio da Cidadania conversou com o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ), um dos membros da Comissão de Impeachment.

  • Pautas que movem: secundaristas do Rio de Janeiro na fronteira das lutas

    altOs profissionais de educação se encontram em greve há um mês, mas quero chamar atenção neste artigo para as ocupações promovidas pelos estudantes secundaristas a partir de mobilizações que eles vêm empreendendo desde o início do ano letivo.

     

  • A história se repetindo

    altContraditório, ampla defesa, tratamento paritário dos partícipes do processo, são princípios que deverão nortear os verdadeiros magistrados. Trata-se de órgão que sempre deverá agir sob o manto da mais absoluta imparcialidade, afastado dos interesses de quaisquer das partes.

     

  • Na devastação do Iêmen as principais vítimas são as crianças

    altRelatório de pesquisa da UNESCO, publicado no aniversário do início da campanha liderada pelos sauditas, revela que um terço dos mais de três mil civis mortos eram crianças. “A escala de sofrimento é espantosa”, diz o relatório.

     

  • PMDB: hay gobierno, soy a favor!

    altSe muitos sucumbem às tentações do poder, do dinheiro e do sexo, a ala fisiologista do PMDB, se vivesse no Paraíso, não teria caído no conto da maçã, e sim tentado convencer Javé de que o mundo seria melhor tendo-a como braço direito.

  • A burguesia decide por Dilma

    altA burguesia decidiu que Dilma fica. Não é decisão nova. É decisão antiga que se fortaleceu no último período diante da situação política e econômica no país.

  • O Facebook proibido de Letícia Sabatella

    altA consciência que ela tem da realidade está à frente de 90% da população brasileira, inclusive de intelectuais e democratas de conveniência. Por isso sua voz e suas atitudes incomodam e ela tem que suportar agressões.

  • Brasil fragmentado na expectativa do dia seguinte

    altNa atual conjuntura de polarização e confusão ideológica, a imposição de qualquer facção não será suficiente se não somar grupos e correntes com razoável articulação. Mesmo porque a fragmentação não está definida pela luta de classes clássica, entre trabalho versus capital.

     

  • Hipóteses outonais

    altAlgo significativo ocorreu após as manifestações de 18 de março. Acabou a farsa dos órgãos do Partido da Mídia de noticiar ampla e com falsa neutralidade as manifestações de rua. O silêncio a respeito das manifestações contra o golpe foi ruidoso.

     

  • Por que os movimentos sociais precisam da imaginação radical

    alt

    A Imaginação Radical: Investigação sobre Movimentos Sociais na Era da Austeridade

  • Procurem nos bancos os responsáveis por Bruxelas

    altA “explicação” não está na religião, nem no fluxo de refugiados, nem na suposta incompetência dos serviços de espionagem e nem numa mistura disso tudo. Está na brutal e insustentável desigualdade que cresce no planeta de forma vertiginosa e eleva a uma escala inédita os níveis de fome e miséria.

     

  • Rússia: recuperação de prestígio na Síria

    altSe os norte-americanos não haviam obtido sucesso no Afeganistão e Iraque, após anos de esforço, com custos materiais significativos, por que motivo teriam os russos na confrontação civil na qual o lado com o qual mantinham duradoura parceria encolhia a olhos vistos?

     

  • Campanha da Fraternidade 2016 e sustentabilidade (3)

    altEsse sistema é o “estado de mal-estar social” ou a causa última de todos os males sociais e ambientais. Em linguagem teológico-moral, é hoje a concretização histórica do pecado social e ambiental ou pecado estrutural. Não podemos esquecer essa realidade.

  • A voz da democracia

    altAs manifestações dos dias 18 e 31 de março deram um claro e duro recado à oposição antidemocrática de que não haverá golpe parlamentar sem resistência popular.