Edição 1006

  • Putin, o lobo mau de sempre

    altComo nada constava sobre Putin nos Panama Papers, ele ficou na cômoda posição de criticar a estranha sofreguidão midiática. Mas ele que vá se preparando. O agit-prop de Washington não descansa.

     

  • “É uma vergonha Eduardo Cunha comandar o impeachment”

    altO Correio da Cidadania conversou com o deputado federal Ivan Valente, que não tem dúvida em qualificar de golpe a maneira como se conduz o processo. “Agora que a crise chegou pra valer ao país, abriu-se uma disputa sobre o fundo público”.

     

  • Belo Monte e a democracia

    altQuando saímos às ruas em defesa do meio ambiente e denunciando a corrupção da obra que estava ainda por ser iniciada, o país nos ignorou. Se o resto do país tivesse prestado mais atenção ao nosso apelo talvez não tivéssemos chegado ao ponto em que chegamos.

     

  • A agonia continua depois do domingo

    altUma coisa é certa: o que for decidido pelo Congresso mais contestado da história não vai mudar muito os desafios que se tecem nos terrenos de luta, que é de onde podemos esperar mudanças. Essa constatação se deve ao fato de que o governo Dilma por si só é indefensável.

     

  • A história é a nosso respeito

    altVivenciamos um atraso absurdo, conclamados a travar uma luta extremamente defensiva que não esperávamos ter de travar agora, pois gostaríamos de estar em lutas maiores. Porém, infelizmente, este é o estágio das lutas em nosso país!

     

  • Petrobrás: esconder o lucro serve a que propósito?

    altEsconder o lucro serve à diretoria que quer vender ativos no momento atual, ou seja, a preço de banana. Serve a quem quer gravar na cabeça dos brasileiros que a esquerda só trouxe prejuízos para a Petrobrás. Serve para as estrangeiras entrarem no Pré-Sal.

     

  • Últimas reflexões antes da votação do Impeachment na Câmara dos Deputados

    altEstamos condenados a um horizonte tão cruel: ou o caos atual ou os sacrifícios prometidos por Temer para preservar os interesses das elites? Que a democracia e o Estado de Direito sobrevivam e saiam fortalecidos, o que não é o cenário mais provável.

  • Socialismo e mercado

    altEnquanto a direita se sentir agredida pelo fato de os pobres melhorarem de vida e parecerem (só parecerem) haver encurtado as desigualdades será difícil que o sufrágio universal garanta a existência de uma sociedade civilizada em nosso país.

  • Lei Antiterrorismo: “a crise, de modo geral, está aumentando a militarização do Estado brasileiro”

    altNo mesmo 4 de março que marcou o reinício da convulsão política e social do Brasil, motivado pela nomeação deLula para a Casa Civil, um fato que pode ter peso histórico passou despercebido: a sanção da Lei Antiterrorismo pelo governo Dilma. A este respeito, publicamos entrevista com a advogada Camila Marques.

     

  • Crise e Agonia

    altHá um longo caminho de luta para que se criem condições de alternativas sistêmicas ao modelo econômico liberal-periférico e ao atual sistema político, fundado no interesse das grandes corporações empresariais e no seu poder econômico.

  • Assumir as derrotas, construir as vitórias

    altDevemos levar a sério a proposta do resgate de um “petismo de raiz” fictício, que nunca de fato existiu? Não interessa à esquerda debater o sucesso ou fracasso de um suposto projeto originário, tampouco a possibilidade de sua retomada. Importa dizer que ele foi derrotado.

     

  • Abrupta mudança da conjuntura política na Argentina: terminou a “lua de mel”

    altTerminou a “lua de mel” do governo Macri com a sociedade argentina. E mais: o brutal aumento das tarifas de eletricidade, água e gás, junto com o aumento do transporte, pode dar lugar a expressões massivas de repúdio ao governo. Em meio a esse panorama, estoura a bomba mundial dos “Panamá Papers”.

     

  • Brasil do impedimento ou dos impedidos de tudo?

    altQuem acorda cedo e vê o sol nascer

     

    Pode estar dormindo quando as estrelas brilham

     

    Mas ambos veem estrelas...

  • Guilherme Boulos: “Se passar pelo impeachment, governo poderá ter de se recompor com o pântano parlamentar”

    altConversamos com Guilherme Boulos, importante liderança dos Sem Teto e da Frente Povo Sem Medo, destacado interlocutor de uma esquerda que resiste ao impeachment ao mesmo tempo em que se coloca crítica ao governo Dilma.

  • Ódio eterno ao futebol moderno?

    altÉ ótimo enfrentar a mercantilização do esporte. Mas é preciso perceber que, sem um programa claro, este combate pode tornar-se ingênuo e ineficaz — ou mesmo reacionário.

  • O Poder

    altÀs nações é oferecido – para se iludirem e imaginarem participar do poder – o simulacro de eleições, cada vez mais manipuladas. Grana distribuindo recursos para as campanhas eleitorais e dominando a grande mídia, principalmente a televisiva.

  • Cooperação ou competição?

    altO humanismo deveria ser a estrela-guia de nossas universidades, capaz de nortear todas as pesquisas científicas, os inventos tecnológicos, a formação de profissionais e de homens e mulheres devotados à política e à administração pública.

  • O golpismo pariu o Bebê de Rosemary

    altAtenção parlamentares ainda indecisos quanto ao impeachment de Dilma. Reparem na ironia das pesquisas exatamente na semana que se afunila o golpe. Os golpistas despencam nas pesquisas de intenções de voto e Lula aparece em primeiro.

  • O golpe como mera formalidade e seu enfrentamento político-estratégico

    altO que a direita verdadeiramente teme não é o fantasma de Lula e do PT. O que está na linha de tiro é a possibilidade de qualquer horizonte equalizador no Brasil. O clamor por algumas cabeças oculta uma revanche burguesa contra conquistas iniciadas nos anos 80.