Edição 1007

  • A Universidade de Brasília aos 54 anos

    altDepois de meio século, apesar da expansão física, haja vista os três campi, e do saudável aumento do número de alunos e de professores, a UnB encara problemas comuns a outras federais.

  • Câmara Federal: uma vergonha nacional

     

    altLamento profundamente que muitos deputados federais (que se dizem, mas não são) cristãos católicos ou cristãos evangélicos sejam piores do que os outros.

  • Gilmar Mauro: “A sociedade brasileira está dividida em cisão característica da luta de classes”

    altEm meio à turbulência da aprovação do processo de impeachment da presidente Dilma , uma série de acontecimentos no campo se destacou. O mais trágico, o assassinato de dois sem terras em Quedas do Iguaçu (PR). Para falar do assunto, conversamos com Gilmar Mauro, importante liderança do MST.

     

  • Afinal, o que quer a burguesia?

    altCom o “conjunto da obra” do atual vice-presidente, também citado na Lava Jato, é possível um amplo movimento de contestação a sua eventual ascensão à presidência. Esta será a melhor maneira de se criarem dificuldades para as obscuras intenções de nossa criminosa burguesia.

     

  • A necessidade de reconhecer a derrota sem nos sentirmos derrotados

    altNão é pela vaga evocação do vermelho esquerdista que foi derrotado pelo que há de pior no fisiologismo e conservadorismo. A saída é para além da esquerda, é pela sociedade na busca por constituir uma democracia real com base em pautas.

     

  • Nem choro nem vela: luta

    altA esquerda, e mais notoriamente o PT, precisa retomar os laços reais de ligação com os trabalhadores e as camadas populares e médias se verdadeiramente pretendem que a presente derrota estratégica seja superada.

     

  • Dez lições de uma noite histórica - para não dizer que nada disse

    altGravem a votação da Câmara, um dia mostrem aos filhos que ainda não nasceram. Jamais eles terão uma aula de política brasileira como a que mais de 500 deputados nos presentearam. Dez lições para jamais esquecermos.

     

  • Dilma perdeu o “recall” da Câmara

    altOs depoimentos foram ridículos. Na falta de conteúdo, repetiam chavões, do tipo “este é um governo corrupto” e “vamos acabar com a corrupção”. Graças à campanha midiática dos grandes grupos de comunicação do país no mesmo sentido, muito espectador acreditou.

  • América Latina em tempos de lumpencapitalismo: ilusões progressistas devoradas pela crise

    altNão são as velhas camarilhas neoliberais otimistas dos anos 90; foram sofrendo mutações através de um complexo processo econômico, social e cultural que as converteu em componentes de lumpenburguesias niilistas embarcadas na onda global do capitalismo parasitário.

     

  • “O Brasil foi confrontado com o colapso final do sistema de representação política tradicional”

    altEm meio a reflexões e constatações que rondam a mídia e opinião pública, o Correio da Cidadania publica entrevista com o sociólogo do trabalho Ruy Braga, que não teve dúvidas em qualificar o episódio como um golpe, no sentido de refletir transição radical a um estágio de maior exploração da sociedade e dos trabalhadores.

     

  • Jogo jogado?

    altChamemos Frente de Esquerda, Bloco Unitário ou qualquer outro nome, não importa, é fundamental constituir uma plataforma de luta comum. Para fazer frente aos ataques já iniciados por este governo que ao que tudo indica está em seus últimos momentos e do próximo, oriundo do golpe.

     

  • Das injustiças e dos arbítrios

    altAlgo muito grave aconteceu naquele 4 de março. Alguma ordem superior surgiu e impediu a prisão do ex-presidente da República. Espalham-se pela sociedade algumas versões e boatos, mas nada se comprova. Um segredo de Estado.

     

  • A agenda das contrarreformas no Congresso: 63 ataques aos direitos sociais

    altA lista engloba apenas os Projetos de lei já apresentados e em tramitação – apenas uma pequena parte, portanto, dos ataques que podem vir sob a forma de novos e mais ambiciosos projetos que visam a implementação até o fim de uma ampla agenda de contrarreformas.

  • Transporte público: lucros gigantescos de uns, tragédia diária de muitos

    altNos “Panama Papers” constam 1,7 mil registros com endereço no Brasil. Entre esses, me chamou a atenção o nome de Jacob Barata, conhecido como o “Rei do ônibus” no Rio de Janeiro.