Edição 1008

  • O massacre no Paraná não matou a dignidade dos que lutam

    altNo dia 29 de abril no Paraná

     

    O primeiro de maio de 2015

     

    Foi antecipado numa luta

     

    De milhares de pessoas

  • A França luta em Noites Despertas

    altComo a ocupação de praças pelos jovens, contra a “reforma” trabalhista, a desigualdade e a desesperança, pode acordar um país acossado por terror, Estado de Emergência e política reduzida a simulacro.

  • Vamos continuar lavando as mãos em relação ao Congresso Nacional?

    altQue tal começarmos a pensar em formas de enfrentar o que tanto nos deixou impressionados nas falas dos deputados? O que deve ser a Câmara dos Vereadores ou a Assembleia Legislativa mais próxima?

  • A farsa de Hillsborough: vamos banir a polícia?

    altCom a justiça inglesa apontando os reais culpados, o mito de que os estádios têm que se parecer teatros, onde não há lugar para torcedor e sim para espectador, cai por terra. Como fica agora, que finalmente a polícia e os gestores foram culpados?

     

  • A morte de Clara Eliza, a médica cubana

    altFaleceu em Bom Jesus da Lapa a médica cubana Clara Elisa, 46 anos, vítima do H1N1. É imperdoável que aqueles que lutam para pôr um limite na crueldade do sistema capitalista, expresso na saúde pública, não tenham dito uma única palavra.

  • “Dirigimo-nos para um governo chantagista que vai implantar o programa da grande rapinagem”

    altContinuam obscuros alguns pontos que ativaram a ofensiva dos setores dominantes pelo fim de seu mandato e, ao passo que alguns líderes discutem o eventual governo de transição, o Correio publica entrevista com a historiadora Virgínia Fontes.

     

  • Mortandade de peixes em Belo Monte

    altOs pescadores e os jornalistas que nos acompanhavam nos relataram terem encontrado enterradas nas praias do Xingu pilhas e pilhas de peixes mortos. E não há um trabalho de pesquisa independente para se medir a dimensão deste impacto.

     

  • Ocupação da saúde: UBS Jardim Boa Vista é UBS de luta!

    altA população do Jardim Boa Vista está dando um exemplo de coragem e solidariedade que deve ser seguido por muitos. Ocupou a UBS sem impedir seu funcionamento!

  • Retrato do golpe

    altAmanhã podem rasgar o nosso título eleitoral, revogarem os direitos sociais e depredarem o patrimônio nacional. Por fim, chamam a polícia para garantir a ordem. Só muito tempo depois, a gente recupera a democracia.

  • Sugestões para processar o momento atual

    altOs comandos do PT e do governo foram incapazes de ver quem era governo ou infiltrado. E adotaram uma política de concessões e conciliações que desdenhava o recrudescimento da luta de classes e os afastava de suas bases sociais.

  • Dilma e PT devem autocrítica aos trabalhadores e ao povo

    altPara apostar no futuro, Dilma e PT precisam admitir primeiro quais foram os seus erros – políticos, econômicos, administrativos e éticos. É o mínimo que se espera de quem pleiteia representar trabalhadores e se colocar no campo da esquerda. Sem fazer autocrítica, persistem na trilha da despolitização e alheamento.

     

  • Quem ganha na conciliação de classes?

    altÉ onde as lideranças da esquerda ousam enfrentar a hegemonia do senso comum, que tenta impor o pensamento único da inevitabilidade do liberalismo capitalista como alternativa, que a esperança de vida mais justa e socialmente democrática se afirma.

     

  • Aumentam os atritos e críticas entre EUA e Israel

    altJoe Biden fez uma conferência na qual refletiu o pensamento do presidente Obama. “Eu acredito firmemente que as ações que o governo de Israel tomou nos últimos anos estão nos levando, e levando Israel, numa direção errada”.

     

  • Dinheiro secreto

    altSem a ilusão de que o capitalismo passe a admitir que precisa ser um pouco mais humano, o fato é que tamanha acumulação de riqueza em cofres secretos reduz os níveis de investimentos e podem ameaçar de colapso o sistema financeiro internacional.

  • O linchamento

    altPara contrapor-se à lógica do bode expiatório e da reiteração dos linchamentos que se constituíram as autoridades judiciárias. É por essa razão que não há corrupção maior e negação maior do judiciário do que o que ocorre hoje no Brasil: autoridades judiciárias se transformaram em fomentadoras do linchamento.

  • O Brasil que nós queremos

    altO difícil é ler os acontecimentos e perceber o que eles nos revelam sobre a situação do país. Pensar o país, eis o desafio. Superar a dimensão de espetáculo que diverte para assumirmos a postura de quem se pergunta como viabilizar um projeto de país.