Edição 1010

  • A “Retórica da Intransigência” outra vez na liquidação da política social

    altOs três “argumentos” ou pretextos da “Retórica da Intransigência”, principalmente os da perversidade e da ameaça, estão de maneira tácita ou explícita presentes nas repetidas entrevistas, artigos, documento partidários (Ponte para o Futuro, do PMDB) dos muitos áulicos brasileiros atuais do “ajuste fiscal estrutural”.

     

  • “Vivemos uma mudança de era, e não de conjuntura, e isso explica a queda de Dilma”

    altDilma caiu, Temer já assumiu e um clima de incerteza paira sobre o país. Se, de um lado, as manifestações de massa que respaldaram o impeachment não se repetiram sequer minimamente após o logro, de outro a reação dos setores progressistas, dentro e fora do lulismo, ainda é confusa. Para analisar o intrincado momento histórico, o Correio da Cidadania conversou com o cientista político José Correia Leite, que atrela a instabilidade brasileira a um quadro mundial não muito diferente de crises sem soluções.

     

  • O PT poderá se reinventar?

    altOs excluídos, os sem-terra e os sem-teto, que tinham a esperança de ser felizes, terão que buscar outras agremiações partidárias ou forjar novas ferramentas de fazer política, fundadas na ética, na supressão das causas de desigualdades sociais e na busca de um outro Brasil.

  • As duas lâminas de ação política: atividade e previsibilidade

    altOs estudantes configuram uma nova modalidade de pressão e alcançam resultados que os sindicatos e as formas tradicionais de organização de trabalhadores não conseguem.

     

  • Momento delicado

    altO que fracassou foi a suposição de que governos de esquerda democraticamente eleitos podem adotar estratégias que não incluam reformas de ruptura com aquela antiga e perversa hegemonia financeira.

     

  • Impeachment ou golpe: paixão e ódio

    altO julgamento da presidente Dilma representa o embate dos dois projetos de país e das alternativas de evolução para a sociedade brasileira. As pedaladas são mero pretexto para o grupo sem grande compromisso social chegar ao poder.

     

  • A democracia desce a rampa

    altEssa semana desce a rampa a confiança no voto, nos meios pacíficos para resolver os problemas de uma nação, na justiça e na democracia. Por consequência, sobe nosso desencanto com a política e a democracia.

  • As feridas abertas das violações sofridas pelas mulheres na ditadura brasileira

    altA ausência de atenção sobre os atos contra as mulheres no trabalho das Comissões da Verdade continua a repercutir. Um ótimo exemplo nesse sentido vem do Peru, onde a filha do ditador Alberto Fujimori acaba de vencer o primeiro turno da eleição presidencial.

     

  • Desenvolvimento e sustentabilidade

    Ialtsso somente será possível quando houver a conciliação definitiva da economia com os princípios da ecologia, colocando as pessoas – e não o mercado – para pensar a organização socioeconômica em termos de seus fundamentos biofísicos.

     

  • Moradores de rua ameaçados de despejo violento no centro de São Paulo

    altAssistentes sociais produzem vídeo de denúncia a políticas higienistas.

  • "Com as decisões nas mãos do atual Congresso, não há democracia nem legitimidade. Por isso insisto em eleições gerais"

    altApós o esperado afastamento de Eduardo Cunha da presidência da Câmara, disputas subterrâneas e possíveis saídas que conversamos com Luciana Genro, candidata à presidência da República em 2014.

     

  • A Arábia Saudita ameaça quebrar os EUA

    altO máximo que poderia acontecer é a Arábia contentar-se em romper relações com Washington. Mais provável é que o censor Clapper elimine tudo que comprometa direta ou indiretamente Riad e seus príncipes com o atentado das Torres Gêmeas.

     

  • Qual a saída política?

    altSe a esquerda brasileira não resgatar a utopia libertária, nosso horizonte ficará limitado a este ou aquele candidato, num círculo dantesco de êxitos e decepções, avanços e recuos.