Edição 1011

  • Combate ao projeto de lei do Serra: solução para a Previdência

    altOs representantes das petrolíferas estrangeiras propõem que as áreas dos dois blocos adjacentes, cujas reservas são interligadas, sejam consideradas como fora da área do Pré-Sal.

     

  • A barbárie instalada pelo Estado brasileiro e os Direitos Humanos

    altTodos os recados estão sendo dados pelo presidente golpista e seu xerife elevado a ministro: esse governo tem desprezo por Direitos Humanos; não respeitará a lei e os órgãos que as mediam; utilizará indiscriminadamente a força.

     

  • Minha fé no ser supremo

    altO amor, como mandamento maior, não é uma questão de sentimento, devoção ou piedade. É uma questão de justiça, solidariedade e partilha. Toda religião, portanto, se resume em cuidar do ser humano e da natureza como seres sagrados.

  • Combater Temer por fora do petismo: um desafio

    altA questão é que o PT tenta capitanear a contestação da legitimidade e ao governo a partir de sua operação como máquina eleitoral.

  • Ocupa tudo!

    altComeçou mais ou menos quando os jovens ocuparam as escolas. Aprendiam e ensinavam, sem diário de classe, sem avaliação e nota. Alguns levavam comida e cobertores, livros e músicas, poemas e esperanças... E eles foram, assim do nada, construindo uma nova escola.

     

  • Com Abbas, a Palestina independente não é possível

    altAinda existe uma saída: a resistência sem violência. Um grupo de altos dirigentes do Fatah e do Hamas a criou e já conseguiu a adesão de vários líderes dos movimentos pró-independência.

     

  • “Teremos um governo de crise permanente, que lembra o final do mandato de Sarney”

    altFoi para analisar o quadro de crise que o Correio da Cidadania entrevistou o historiador Lincoln Secco, autor do livro “A história do PT”, fruto de sua tese de doutorado.

     

  • A economia política do governo: temer elles

    altFala como ato lato o ministro chefe

     

    Do governo e da economia

     

    Entrevista altiva pujante e sem incertezas.

  • Moradores de rua: uma situação alarmante

    altPesquisa realizada pelo Núcleo de Estudos Sobre Criminalidade e Violência da Universidade Federal de Goiás aponta que 61 moradores de rua foram mortos nos últimos três anos em Goiânia.

  • Os retrocessos no Semiárido Brasileiro

    altNão é possível destruir a infraestrutura construída. Ela tornou o Semiárido melhor, sem fome, sem sede, sem migrações, sem mortalidade infantil. Os velhos problemas poderão voltar? A depender das políticas federais, sem dúvida.

  • O que esperar do novo Ministério das Cidades?

    altAs PPPs, apregoadas pelo novo ministro como “solução” para os problemas de desenvolvimento urbano, nada mais são do que um aprofundamento justamente da relação promíscua entre o privado e o Estado.

  • Pobre paga conta de rico

    altUm dos equívocos do PT foi implementar uma política neodesenvolvimentista que nem sequer pode ser qualificada de pós-neoliberal. Enquanto o orçamento do Bolsa Família é de R$ 28 bilhões, e o déficit primário do governo chega a R$ 120 bilhões, o “bolsa empresário” é de R$ 270 bilhões.

  • Depois da farsa do golpe: perspectivas da esquerda classista na crise brasileira em 2016

    altAo contrário do que um senso comum governista tenta fazer crer, não estamos enfrentando uma ascensão conservadora contra o PT. Mas, sim, uma reação conservadora, de que fez e faz parte o PT, contra a movimentação social da juventude e dos trabalhadores.

     

  • Judiciário, Ministério Público e Polícia Federal: motores do impeachment

    altVale tudo: sucessivas conduções coercitivas ilegais, prisões processuais em profusão, interceptações telefônicas e delações premiadas periodicamente vazadas para a mídia. E quase tudo sacramentado ou não coibido por tribunais superiores.

     

  • Por uma agenda com compromissos de combate

    altReconhecer que ocorreu uma derrota estratégica e que se foi levado a uma defensiva estratégica não significa render-se nem entregar os pontos. Mesmo porque, para manter a aparência, a direita está sendo obrigada a comer o bolo do golpe bocado a bocado, para não engasgar.

     

  • A chantagem da Arábia Saudita: fato ou teoria da conspiração?

    altFoi para desatar o nó que Obama viajou a Riad, onde encontrou o rei e sua corte. Caso as 28 páginas sejam apresentadas cheias de frases cortadas e Obama vete o projeto de processamento dos governos estrangeiros, o governo saudita sairá inocente como um cordeirinho.