Edição 1012

  • “O Brasil não tem cultura antifascista”

    altDiversos movimentos procuram fazer um balanço e se reorganizar. Sobre tal contexto, conversamos com Gustavo Dellatorre, um dos organizadores da Marcha Antifascista realizada em 30 de abril, que fez uma análise dos acontecimentos recentes.

  • Impeachment, crise e golpe: o Brasil no palco da tormenta mundial

    altA pressa respondeu ao interesse de garantir a impunidade dos próprios acusadores. Por isso, o presidente da comissão de impeachment no Senado decidiu não incluir as denúncias da “Lava Jato” no processo de julgamento da presidente.

     

  • As contradições da luta contra a corrupção

    altEla se transformou numa guerra entre grupos políticos dispostos a fazer qualquer acordo de “delação premiada” para salvar-se, e entre grupos econômicos capazes de ir à guerra pela manutenção ou conquista de mercados.

     

  • Continuação do combate ao projeto do Serra: a CIA e a NSA estão vencendo

    altExistem duas propostas a serem julgadas pelos deputados: o formato atual, aprovado em 2010, e o de Serra. Se existirem os objetivos que devem ser atendidos com a exploração do Pré-Sal, pode-se verificar como cada formato de contrato impacta.

     

  • Sementes do fascismo em Israel

    altO general Arens, que foi ministro do Exterior e da Defesa, escreveu no Haaretz: “a demissão de Yalon é, provavelmente, um ponto de inflexão na história. Um terremoto político está em gestação". Outra manifestação séria partiu de Ehud Barak, ex-primeiro ministro.

     

  • ‘Governo Temer não tem legitimidade política e capacidade operacional pra articular saídas’

    altO Correio da Cidadania entrevistou o economista e professor da Unicamp Luiz Gonzaga de Mello Belluzzo, um das figuras mais proeminentes do país na referida área.

     

  • Mídia empresarial e a corrosão dos valores democráticos

    No Brasil, poucas vozes de juristas, políticos e intelectuais têm se manifestado sobre o risco da manipulação midiática para a manutenção e aprofundamento da ordem democrática e, consequentemente, para avanços nas reformas estruturais historicamente postergadas e que nos constituem como uma sociedade das mais desiguais do mundo.

  • O que se entende por “financeirização da natureza”?

    altOs que propõem a financeirização da natureza argumentam que, sem pagar, não é possível manter as florestas em pé, ter rios limpos, a cidade limpa de resíduos , possuir terra sem agrotóxico e químicos, ter o ar respirável sem reduzir gases.

     

  • O que esperar do novo Ministério das Cidades (2)

    altTrata-se de postura puramente ideológica, apesar de o ministro ter declarado que se empenharia em desfazer “amarras ideológicas”. Sinaliza que sua gestão não permitirá que subsista absolutamente nada que não seja 100% rentável ao mercado.