Edição 1013

  • Em defesa do SUS: contra “um golpe dentro do golpe”

    altMinistro Ricardo Barros, o atendimento na saúde pública já é muito bem “patrocinado” pelos trabalhadores e trabalhadoras. Não é um presente do Estado. Quem sonega impostos não são eles.

  • Busca de nexo político

    altQuais são as forças políticas internas e externas que querem o impeachment e com quais intuitos? Supondo que o governo Dilma seja extinto, qual será a missão do Temer, depois de abocanhar o poder?

  • Luta contra a direita exige clareza da situação e do projeto

    altA luta da esquerda, dos trabalhadores, da juventude e do povo brasileiro deve estar além do “Fora Temer”, “Fora Dilma”, “Fora Lula”, “Fora Cunha”, “Fora Renan”, “Fora X”, “Fora Y”. Precisa ter projeto político para a transformação econômica e social do Brasil.

     

  • Paradoxos da política peruana

    altGovernos eleitos como oposição praticam a continuidade; eles expressam, em um contexto particularmente adverso, os impasses América Latina contemporânea.

     

  • Bernie Sanders ainda pode vencer

    altUma possível rejeição das ideias de Sanders pela Convenção democrata será o pior cenário para a sra. Clinton. O candidato socialista se verá obrigado a sair da campanha e poderá até mesmo candidatar-se pelo Partido Verde.

     

  • O pai de todas as crises

    altEm um planeta tremendo com tantas e tão instigantes polêmicas que movimentam mares e terras, existe um mar de tranquilidade, um tema com o qual todos concordam. O espantoso é que não estamos caminhando para a solução.

     

  • As saídas, se existem, virão por baixo

    altCom todas as dificuldades e passando junto com o “Fora Temer” (que para alguns é um “Volta Dilma”), diferentes frentes se apresentam, com destaque para os estudantes secundaristas, em paralelo à greve dos profissionais de educação.

     

  • “Os gastos sociais no Brasil ainda são acanhados”

    altO governo em exercício de Michel Temer ainda tenta explicar seus planos para combater a recessão econômica e, em menos de um mês, parece com pouco fôlego pra levar adiante o pacote anunciado no momento de euforia. De toda forma, continuamos a testemunhar argumentações a respeito da inviabilidade das políticas sociais e seu financiamento público. Foi sobre esse “dilema” que conversamos com Ligia Bahia, médica e professora da UFRJ.

     

  • Amnésia

    altNas análises do PT surgem as “classes dominantes”, a “preponderância excessiva da ação institucional”, a “agenda do grande capital”, a burguesia. Nada como estar por baixo para resgatar velhas memórias, como um disco de vinil comprado em um brechó virtual.

     

  • Enfrentar a ofensiva fascista contra os jovens lutadores do povo pobre

    altDestaco quatro lutas desprovidas, em maior ou menor grau, de precedentes na história brasileira.

  • A regra fiscal de Temer-Meirelles: um ataque aos direitos sociais

    altSe for realizado depois de sua recuperação, não é baixa a probabilidade de que, dada a magnitude dos cortes previstos, joguem de novo a economia na lona.

     

  • Todo direito é um golpe

    altPoderes judiciários aderentes ao capital veem a lei como expressão de seu horizonte de mundo. O golpe está no mundo jurídico porque dentro, nas margens ou fora da lei, se fala direito.

     

  • Brasil-Estados Unidos – Lula no final, Obama no início

    altSete anos mais tarde, democratas e castristas avizinham-se enquanto chavistas estertoram com a segunda queda do preço do petróleo. Quanto ao Brasil, resta, na melhor das hipóteses, a amarga indefinição dos trabalhistas.

     

  • A lição dos trabalhadores franceses: voltemos às barricadas!

    altA ação dos trabalhadores e suas organizações de classe impediram que os grandes panfletos da burguesia francesa, que não respeitam o direito à informação pública, fossem impressos e chegassem às bancas. O bloco promete novas ações para impedir a reforma trabalhista.

     

  • Meu fio de esperança

    altNão sei o que será do nosso Brasil. Sei apenas que fora dos movimentos sociais a nação não tem salvação. O PT tentou e se deu mal. Em uma sociedade tão dividida em classes sociais, só o vínculo orgânico com os pobres nos mantém com os pés no chão.

  • O PT, o impeachment e a previdência

    altOs governos do PT não acrescentaram nenhuma conquista, nenhum novo direito aos trabalhadores. Ao contrário, Lula fez a reforma previdenciária no serviço público federal nos moldes da de FHC no INSS e acrescentou perdas aos pensionistas. Não considerou várias lições históricas.