Edição 1019

  • “Fora Meirelles”, bandeira imediata

    {curveimage}O escândalo das reuniões secretas dos diretores do BC com os chefões do mercado financeiro, que veio à tona com reportagem da revista Carta Capital solenemente ignorada pela grande mídia,  dá novo fôlego à reivindicação dos movimentos sociais pela exoneração de Meirelles. Por Altamiro Borges.

  • O Brasil pode acabar?

    O Brasil é hoje nação praticamente sem autonomia real do ponto de vista científico, tecnológico, militar, educacional, diplomático. O apagão aéreo e o desastre da base da Alcântara são apenas sinais explícitos dessa triste realidade. Artigo de Mário Maestri.

  • Isto não Vale! Queremos participação no destino da nação!

    Ao governo, não interessa mais estimular a participação popular. Pelo contrário, quer distância dos movimentos sociais. Só mesmo muita organização e mobilização podem alterar esse quadro. Por Luiz Bassegio.

  • Irã: próxima estação dos Estados Unidos?

    {curveimage}No fundo, o objetivo maior do Executivo estadunidense é mais a substituição de regime do que a contenção do programa nuclear iraniano. Artigo de Virgílio Arraes.

     

  • Pacote Ecológico de Crescimento: Transportes

    A opção pelos trens traria inúmeras vantagens. A primeira, econômica, reduzindo os custos de transporte. A segunda, ambiental, pois evitaria a indução ao desmatamento e ao agronegócio.

  • Poupança para os banqueiros

     

    Depois de longa espera, os cidadãos prejudicados poderão ser ressarcidos dos prejuízos em suas poupanças decorrentes do Plano Bresser. Para onde irá o dinheiro que não for reclamado no prazo determinado?

     

  • Socialismo e Ecologia

    Qualquer militância ecológica sem um claro componente anticapitalista aparece, aos olhos socialistas, imediatamente esvaziada de sentido.

  • Socialismo e poder político

    É ilusão voluntarista estabelecer formas rígidas para a radicalização da democracia. O poder político é central em qualquer estratégia que tenha em vista o socialismo.
  • Destravar os instrumentos da democracia direta

    Movimentos sociais entram em campo para o fortalecimento da democracia direta e participativa no âmbito da reforma política.

  • Qual é a bandeira dos partidos de oposição?

    {curveimage}Em um momento de forte rejeição ao neoliberalismo na América Latina, mudança de nome do PFL para DEM, Democratas, parece ter motivação meramente simbólica.
  • Do carnaval ao imenso canavial

    Assim como Monteiro Lobato, na década de 1940, clamou pela defesa do petróleo brasileiro, dando origem à Petrobras, é hora de se exigir a criação da Biocombrás, a Companhia Brasileira de Biocombustíveis.
  • Ameaças à democracia

    As elites deste país não se contentam em criar exclusão social: empenham-se em escondê-la da vista dos incluídos.

  • Fora CPMF

    Tem-se a criação desordenada de contribuições instituídas pela União, invadindo bases e materialidades típicas de impostos. A mais invasora e nefasta é a CPMF.

  • Pensando filmes

    O bom filme hipnotiza para nos fazer despertar. Educadores precisam ver filmes, pensar filmes, divulgar filmes. Filmes novos ou antigos, tanto faz, contanto que nos façam refletir mais...
  • O movimento social e a troca de ministros

    {curveimage}Assembléia Nacional realizada em São Paulo no dia 25 de março deliberou consensualmente a luta contra a Reforma da Previdência como o eixo da mobilização popular a ser construída.

  • 25 anos da Guerra das Malvinas

    No aniversário de 25 anos do início da Guerra das Malvinas, conflito iniciado no primeiro dia de Abril de 1982 e que envolveu Argentina e Reino Unido na disputa pelo arquipélago do mesmo nome localizado no Atlântico Sul, criou-se uma onda de nacionalismo no país sul-americano, tendo o governo argentino cancelado unilateralmente um acordo de exploração de petróleo com a Grã-Bretanha e levantando sanções às empresas que exploram o combustível mineral na região das Malvinas.

     

    Os argentinos declaram que o resultado da guerra não tira o direito de seu país à soberania sobre as ilhas, e que os eventos  comemorativos a ser realizados no Reino Unido e nas próprias Ilhas Falkland (nome por qual são conhecidas as Malvinas entre os britânicos) são "arrogantes".  "O que eles querem fazer não é o que Tony Blair (primeiro ministro do Reino Unido) chamou de comemoração, mas uma parada militar triunfante e um gesto típico de arrogância", disse o ministro de Relações Exteriores da Argentina Jorge Taiana.

  • Doha salva?

    De acordo com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, os impasses entre os Estados Unidos e os países em desenvolvimento que resultaram no travamento da Rodada de Doha de negociações da Organização Mundial de Comércio (OMC) deverão ser resolvidos em breve.

     

    "O presidente Bush disse à imprensa, na coletiva, que quer fazer acordo na OMC, disse que está disposto a fazer o acordo, disse na reunião comigo, pessoalmente, que nesses próximos 30 dias nós deveremos fechar o acordo", disse Lula - que se reuniu com George W. Bush em Camp David, EUA, neste final de semana - no programa "Café com o presidente", transmitido pela Radiobrás. 

  • Novo salário mínimo

    Já está valendo a partir de domingo passado (01/04) o novo valor para o salário mínimo no país, que passa a ser de R$ 380. Segundo cálculos do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), o novo salário injetará na economia brasileira algo em torno de R$ 16,8 bilhões.

     

    Ainda segundo o instituto, 43,7 milhões de pessoas têm seu rendimento ligado ao salário mínimo – entre eles, 16 milhões são aposentados do INSS, cerca de 5 milhões de trabalhadores domésticos e 9 milhões de autônomos.