Edição 1020

  • Desnudar o caos aéreo faz legítima a ação dos controladores

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    Tráfego aéreo brasileiro: caixa de pandora. (Foto: Antônio Cruz/ABr).
  • Modo lulista de governar

    {curveimage} O governo dá uma no cravo e outra na ferradura. Quando se reúne com os controladores se compromete com a sua pauta de reivindicações. Quando se reúne com a cúpula militar adere ao “prende e arrebenta”.
  • Será?

    {curveimage} Não há aspectos obscuros nessa crise que estourou simultaneamente no Brasil, na Argentina e no Uruguai?
  • A crise do tráfego aéreo e o movimento dos controladores

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    A ação dos controladores contribuiu para destapar essa verdadeira caixa de pandora
    que é a crise do tráfego aéreo nacional.

  • Paiakan: "A Terra Kayapó está sendo ameaçada"

    {curveimage} O Correio publica entrevista de Michel Blanco com o índio Paulo Paiakan, que ressalta os riscos representados à terra Kaiapó pela construção da BR 163 e da usina de Belo Monte.
  • Manifesto dos Controladores de Tráfego Aéreo

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    Com o propósito de dar encaminhamento ao debate relativo aos graves problemas que vem enfrentando o tráfego aéreo no país, o Correio publica o documento enviado por um grupo de controladores no dia 30 de março.

  • Solidariedade a Jon Sobrino

     

     

    Está circulando pela internet importante abaixo assinado em solidariedade ao teólogo Jon Sobrino. O conteúdo do manifesto, bem como alguns dos assinantes, constam abaixo. Àqueles interessados em aderir, mandem suas mensagens para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., além de circularem essa informação.


    “Nós abaixo assinados, teólogos/as, biblistas, cientistas sociais, assessores/as de comunidades e pastorais de igrejas cristãs no Brasil, manifestamos a nossa solidariedade a Jon Sobrino, teólogo residente em El salvador, inserido na conflituosa realidade da América central. Sobrino é autor de importantes livros que nutrem a nossa fé em Jesus Cristo e no reino de Deus. No momento em que o Vaticano censura sua teologia, expressamos publicamente nossa confiança no caráter evangélico de sua vida e de suas obras; nossa tristeza pelas sombras do fundamentalismo; nossa esperança de que prevaleçam o respeito e o espírito de diálogo”.
     
      Assinam:
     
    ANTÔNIO CECCHIN
    BENEDITO FERRARO
    CLÁUDIO DE OLIVEIRA RIBEIRO
    EDSON  FERNANDO DE ALMEIDA                      
    FREI BETTO                             
    FAUSTINO COUTO TEIXEIRA
    FERNANDO ALTEMEYER JÚNIOR       
    FRANCISCO OROFINO
    JETHER PEREIRA RAMALHO          
    JOÃO BATISTA LIBÂNIO                    
    JOSÉ OSCAR BEOZZO
    JÚLIO DE SANTA ANA
    LEONARDO BOFF
    LÚCIA RIBEIRO                           
    LUCÍLIA  G. PEREIRA RAMALHO
    LUIZ  ALBERTO G. DE SOUZA
    LUÍZ EDUARDO WANDERLEY
    MAGALI DO N. CUNHA
    MANFREDO ARAÚJO DE OLIVEIRA
    MARCELO  BARROS
    MARCIA MIRANDA
    MARIA HELENA ARROCHELLAS
    MARIA TEREZA BUSTAMANTE TEIXEIRA
    MARIA TEREZA SARTÓRIO
    PATRÍCIA COUTINHO                               
    PEDRO A. R. DE OLIVEIRA                 
    SÉRGIO COUTINHO
    VIOLAINE DE SANTA ANA

     

  • Vitória dos estudantes

     

     

    Estudantes organizados, que ocuparam a Reitoria e o CONSU (Conselho Universitário) da Unicamp, conquistaram uma vitória importante no atendimento a várias de suas reivindicações. Entre elas, segundo declaração dos próprios estudantes, “sobre a Moradia Estudantil, a Reitoria aceitou ser locatária de casas para os estudantes desalojados do Bloco B, bem como financiar os gastos relacionados (água, luz, transporte e manutenção). Aceitou também dar início às reformas do bloco condenado, realizar uma vistoria geral da moradia estudantil seguida das reformas necessárias. Partindo da necessidade da ampliação de vagas da moradia e de seu projeto inicial de 1.500 vagas, será criado um grupo de trabalho que indicará como se dará essa ampliação. É importante ressaltar que conquistamos a saída da agora ex-administradora do Programa de Moradia Estudantil, Kátia Stancato”.

     

    Os estudantes reiteram, no entanto, que há ainda muito a avançar na luta por uma universidade pública e de qualidade e que “essa luta se manifesta hoje na necessidade de barrarmos a Reforma Universitária e os decretos do governo Serra que aprofundam o processo de sucateamento e de privatização velada da universidade pública”.

     

  • Internações em hospitais privados

     

    Foi publicada no DIÁRIO OFICIAL, em 09/01/02, a Lei de n° 3.359, de 07/01/02, que dispõe no seu Art. 1° que “fica proibida a exigência de depósito de qualquer natureza, para possibilitar internamento de doentes em situação de urgência e emergência, em hospitais da rede privada". O Art 2°, por sua vez, diz que “comprovada a exigência do depósito, o hospital será obrigado a devolver em dobro o valor depositado ao responsável pelo internamento". Além disso, o Art 3° determina que “ficam os hospitais da rede privada obrigados a dar possibilidade de acesso aos usuários e a afixarem em local visível a presente Lei".

  • Funcionalismo no Rio

     

    O governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral Filho, anunciou um pacote que ataca os direitos e conquistas dos servidores estaduais, seguindo a lógica dos demais estados brasileiros, segundo informações de Luciana Candido, no informe online do PSTU. Ele enviou à Assembléia Legislativa do Rio um Projeto de Emenda Constitucional (PEC nº 03/07) que, se aprovado, acabará com a estabilidade dos servidores públicos, bem como tornará dispensável a realização de concurso para ingresso no serviço público. O projeto elimina, ainda, a contribuição dos novos funcionários ao Instituto Rio-Previdência, o que comprometerá o pagamento dos aposentados e dos pensionistas. As entidades do funcionalismo estadual estão agora se organizando para impedir a aprovação da PEC.

  • Sem Teto

     

    Segundo informe do Movimento dos Trabalhadores sem Teto, o governo do estado acionou a Tropa de Choque para recepcionar as famílias sem-teto da Ocupação João Cândido, que marcharam rumo ao Palácio dos Bandeirantes. De acordo com o movimento, a luta pelo direito à moradia está sendo tratada como caso de polícia, sendo reprimida com violência.

  • “Fundeb pra Valer!”

     

    Representantes do movimento “Fundeb pra Valer!” se reuniram na quinta-feira, 29/3, com a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), relatora da Medida Provisória que regulamenta o Fundeb, para discutir os últimos pontos referentes à MP 339/06 antes que essa seguisse para votação em plenário. No encontro, Fátima apresentou uma minuta expondo o conteúdo que deve constar em seu relatório final.

     

    O grupo do movimento “Fundeb pra Valer!”, composto por mais de 200 entidades e coordenado pela Campanha Nacional pelo Direito à Educação, foi o primeiro ator social que teve acesso ao documento. Majoritariamente, as reivindicações pontuadas pelas 13 emendas propostas pelo movimento – e apresentadas pelo deputado Ivan Valente (PSOL-SP) - foram incorporadas ao texto da relatora. A mais emergencial dizia respeito à inclusão de creches e pré-escolas conveniadas no Fundeb. Quando chegou ao Congresso Nacional, o texto da MP 339 não previa recursos do novo Fundo para as crianças de 0 a 5 anos matriculadas nesse tipo de entidade.

     

    Uma outra questão de forte discussão na regulamentação do Fundeb é a determinação de um processo que culmine no estabelecimento de um piso salarial para os funcionários de escolas que não são do magistério. Tal como a Emenda Constitucional 53 – que criou o Fundeb -, o texto da MP só previu o piso para professores.

  • Trabalho escravo

    O Grupo de Fiscalização, da Delegacia Regional do Trabalho em Mato Grosso do Sul, resgatou 409 trabalhadores em situação degradante, no canavial da Destilaria Centro Oeste Iguatemi Ltda (Dcoil), usina de álcool localizada em Iguatemi. Entre eles, havia 150 índios que dormiam nas dependências da companhia, em um alojamento superlotado.

     

    De acordo com o coordenador do grupo, Wallace Faria Pacheco, os trabalhadores eram da região de Naviraí (MS) e todos os dias eram transportados até a usina para cumprir jornada das seis da manhã às quatro da tarde. Os 150 índios, das etnias guarani e terena, ficavam na propriedade e dormiam num alojamento de alvenaria construído para abrigar 50 pessoas.
  • O governo e os movimentos sociais no Equador

    Parece que, por parte do governo equatoriano, há uma tendência a sobrevalorizar o apoio popular conseguido em 26 de novembro e a  menosprezar a contribuição dos movimentos sociais para um projeto político no qual há mais pontos comuns do que discordâncias. Por Ana María Larrea.
  • Apagão aéreo é um dos retratos da crescente submissão do Brasil

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     Caos aéreo: passageiros irritados com a situação calamitosa no aeroporto
    Juscelino Kubitschek, em Brasília. (Foto: Fabio Pozzebom/ABr) 
  • Caro Jon Sobrino, não estás sozinho!

    Quero entender, pois ficar apenas xingando me faz entrar na lógica deles: Por que uns são reconhecidos pelos “papas” do pensamento único como estadistas e outros são considerados gente perigosa, populista? Artigo de Frei João Xerri.