Edição 1030

  • A questão ecológica em Aparecida

    Aquecimento globalDiante da crise civilizatória que afeta o mundo, particularmente a ecológica, a Igreja Católica ainda deve à humanidade um documento específico sobre a questão. Artigo de Roberto Malvezzi.
  • A França depois do 6 de Maio

    bandeirafranca.jpgOs próximos meses vão ser muito importantes: não se trata apenas de saber quem ganhará as legislativas, mas sobretudo se forças sociais e políticas serão capazes de se mobilizar contra as medidas de Sarkozy. Alda de Souza.

  • Bento XVI, crítico da cultura

    biblia.jpgFaz-se mister inserir junto com Cristo uma teologia do Espírito Santo, praticamente ausente em Santo Agostinho e no teólogo Ratzinger. Por Leonardo Boff.
  • Bronca na mídia

    O grande risco do debate sobre o sistema político brasileiro é concentrar-se em fórmulas jurídicas e deixar de lado o exame do seu principal: o monopólio dos meios de comunicação de massas por meia dezena de grandes cadeias de televisão, rádios, jornais e revistas - todas a serviço do "establishment" burguês.

  • Programa de TV do PSTU

     

    No dia 3 de maio, às 20h30, o PSTU veiculou na TV brasileira o seu programa semestral.

     

    Os cinco minutos de programa foram usados principalmente para desmentir as informações falsas que o governo Lula e a rede Globo divulgam sobre a Previdência.

     

    Para realizar uma nova reforma da Previdência, o governo afirma que há déficit no caixa previdenciário; para completar, a rede Globo realiza reportagens cuja conclusão é que o Brasil é o país mais generoso com pensões por morte e benefícios previdenciários em geral.

     

    De acordo com o PSTU, os dados apresentados desmascaram as mentiras, mostrando que a Previdência pública é superavitária em R$ 58 bilhões e que, na verdade, este caixa é desviado para pagar a dívida pública.

     

    O programa também convocou os trabalhadores a não acreditarem nas mentiras do governo e a participarem das lutas que estão sendo organizadas para barrar as reformas neoliberais, que serão realizadas no dia 23 de maio - data da Jornada Nacional de Mobilização, com greves, paralisações, manifestações de rua, ocupações, bloqueios de estradas, contra as reformas neoliberais.

     

    A Jornada é convocada por diversas entidades de trabalhadores, juventude e movimentos populares, como Conlutas, Conlute, Intersindical, Pastorais Sociais, Coordenação dos Movimentos Sociais, MST, MLST, MTST, entre outros.

  • Carta Final da XIX Assembléia Geral da Comissão Pastoral de Terra

     

    A Comissão Pastoral da Terra divulgou na quarta-feira, dia 2 de maio, a Carta Final de sua XIX Assembléia Geral. Agentes e trabalhadores rurais ligados à entidade estiveram reunidos entre os dias 24 e 27 de abril na cidade de Goiânia sob o lema "O meu povo viverá muitos anos como as árvores e se deliciará com o fruto do trabalho de suas mãos." (Isaías 65, 22).

    Os participantes discutiram, entre outros temas, a conjuntura política nacional, com a assessoria do professor e advogado Plínio de Arruda Sampaio; e a Lei de Florestas, com a assessoria do engenheiro florestal e pesquisador do Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia) Niro Higuchi. Após esses momentos de estudos, os integrantes da CPT redigiram a Carta Final do encontro em que reafirmam sua posição contrária à lógica do hidro e agronegócio e de apoio aos movimentos e organizações dos camponeses e das comunidades tradicionais.

     

    Segue abaixo a carta na íntegra:

    CARTA DA XIX ASSEMBLÉIA DA CPT

    "Sabemos que toda a criação geme e está com dores de parto até agora." (Romanos 8, 22)

     

    Estamos em meio a uma profunda crise civilizatória. O modelo civilizatório ocidental capitalista, alicerçado na exploração de seres humanos por outros seres humanos e na intensa exploração da natureza por uma restrita elite mundial que se sustenta e se reproduz em sistemáticas guerras de ocupação e intervenção, na idolatria do consumo, é o responsável pelo aquecimento global e pela miséria no mundo.

     

    O Brasil, hoje como sempre, continua assumindo um papel periférico de colônia entregando suas riquezas e vidas aos interesses do capital. O governo de FHC privatizou as empresas estatais de serviços e infra-estrutura. O governo Lula - escondendo-se atrás de concessões e parcerias - está entregando a natureza e o território brasileiro.

     

    O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) tem como objetivo principal potencializar a infra-estrutura a serviço do agro-hidro-negócio, do agrocombustível, da exportação das reservas minerais, florestais, hídricas e territoriais, sem levar em conta os protagonismos, as demandas e as lutas que nascem do campo e da cidade e que exigem a participação popular, a socialização do poder e a distribuição da riqueza.

    A prova disso é que o governo considera como entraves os interesses e resistências de populações tradicionais e as ações dos movimentos sociais e do ministério público em defesa do ambiente e da vida. Do mesmo modo pouco faz para assegurar os direitos territoriais de quilombolas, indígenas e posseiros, não implementa e não amplia as metas de reforma agrária, não combate a grilagem, não atualiza os índices de produtividade da terra, não se esforça para que seja aprovada a emenda constitucional que permite o confisco das terras onde se dá trabalho escravo.

     

    De modo especial, nesta XIX Assembléia, nos organizamos para o estudo detalhado da Lei de Concessão de Florestas Públicas, mais um instrumento que se integra ao PAC. Concluímos que esta Lei é inútil, cínica e iníqua. Inútil porque o Brasil já possui um conjunto de leis - que nunca foram levadas a sério - que combatem a grilagem e o desmatamento, regulamentam o manejo florestal e garantem os direitos territoriais das populações tradicionais. Cínica porque manipula os discursos e as práticas da defesa do meio-ambiente e dos interesses nacionais, enquanto se multiplicam as ameaças à legislação ambiental, e o governo não oferece condições ao Incra e ao Ibama e demais órgãos de fiscalização e loteia cargos públicos a ONGs interessadas na certificação florestal a serviço do mercado. Iníqua porque a única e verdadeira novidade desta lei, a concessão, é uma autêntica privatização do uso das florestas públicas atendendo interesses de grupos nacionais e internacionais motivados pelo lucro e pelo esgotamento da madeira em muitos países e nas propriedades particulares. Iníqua, também, por desobrigar o mercado madeireiro a obedecer a legislação ambiental e fundiária existente no país, contradizendo o dispositivo constitucional que considera as florestas patrimônio público inalienável. Isto, que diz respeito à Amazônia, à Mata Atlântica, à Serra do Mar, à Zona Costeira e ao Pantanal, também, deve ser aplicado ao Cerrado, à Caatinga e aos demais biomas.

     

    Diz a Constituição no artigo 225:

     

    "Todos têm direito ao meio-ambiente ecologicamente equilibrado, bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida, impondo-se ao poder público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações."

     

     

    "Porque em esperança fomos salvos. Mas, se esperamos o que não vemos, com firmeza o esperamos". (Romanos 8, 24 e 25)

    Os movimentos sociais, mesmo num momento de conflito e de contradição, continuam mantendo sua esperança militante num projeto de Brasil que garanta a soberania e segurança territorial, ambiental, energética e alimentar de modo que o trabalho, a economia e as políticas públicas priorizem a vida do povo brasileiro, em especial dos mais pobres, de modo estrutural e não compensatório.

    Esta esperança se concretiza neste tempo em inúmeras ações e articulações de mulheres camponesas, juventude rural, sem-terras, pequenos agricultores, atingidos por barragens, quilombolas e indígenas, extrativistas e ribeirinhos que não se entregam à lógica do agro-hidro mercado avançando com experiências e propostas de agroecologia, produção e consumo socializados e defesa da natureza e dos modos de vida camponês. Estas experiências e propostas não são expressões isoladas, mas se movimentam na direção de alianças com os movimentos sociais da cidade e das forças vivas da sociedade. Nesta esperança compartilhamos, aprendemos e fortalecemos as experiências latino-americanas de poder popular como expressão de um caminho cultivado por nossos povos em solidariedade.

     

    "Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nada nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus nosso Senhor." (Romanos 8, 38 e 39)

     

    Fiel ao Deus dos pobres, aos pobres de Deus e à Terra de Deus para todos e todas, a CPT se afirma como espaço eclesial e se une, nas palavras de dom Pedro Casaldáliga, com brio e esperança à opção da Teologia da Libertação. Sabemos, pelo nosso povo, que a luta pela Terra e pela Água é um serviço urgente ao Reino de Deus e uma resposta agradecida e corajosa ao testemunho de homens e mulheres, mártires da Nossa América.

    "O meu povo viverá muitos anos como as árvores e se deliciará com o fruto do trabalho de suas mãos." (Isaías 65, 22)

    Goiânia, 27 de abril de 2007

     

  • Carta em defesa do Ibama

     

    O Correio publica, abaixo,  a carta aberta da Associação de Servidores do Ibama em defesa da continuidade do funcionamento da entidade.

     

    *** 

     

    CARTA ABERTA AOS PARLAMENTARES E AO POVO BRASILEIRO

     

    A reforma na estrutura administrativa do Ministério do Meio Ambiente, implementada pela Medida Provisória nº 366/07, de 26/04/07, atinge mortalmente o IBAMA enquanto órgão responsável pela execução da Política Nacional de Meio Ambiente. Cria o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, nome novo para um projeto antigo, e retira da esfera do IBAMA a gestão e o controle de todas as áreas protegidas do País e sua biodiversidade.

     

    A forma de condução desse processo, reivindicado pela Senhora Ministra do Meio Ambiente, Marina Silva preocupa os servidores do IBAMA e todos os setores da sociedade que têm compromisso com uma gestão ambiental pública e integrada, dada a presença, no MMA, em cargos estratégicos, de pessoas fortemente identificados com interesses de ONGs/OSCIPs que, em passado recente, reivindicavam a gestão das Unidades de Conservação Federais, particularmente as mais rentáveis.

     

    A nova estrutura para a gestão ambiental proposta na Medida Provisória divide arbitrariamente as atribuições do IBAMA: de um lado, a gestão das Unidades de Conservação, com os Centros Especializados voltados à pesquisa, proteção e manejo da biodiversidade. De outro, o Licenciamento Ambiental, o controle da qualidade ambiental, a autorização de uso dos recursos naturais e a fiscalização. Transfere, de maneira autoritária e imperativa, todos os já escassos recursos materiais e humanos de que dispõe o Instituto, inclusive seus servidores, que sequer tiveram condições de opinar, surpreendidos que foram com a edição da Medida Provisória, além de aumentar as necessidades de gastos financeiros para a manutenção de estruturas paralelas.

     

    O açodamento com que foi elaborada a MP evidencia-se à partir de uma leitura mais acurada da mesma. Atividades vitais do Instituto, como a fiscalização, educação ambiental, administração e outras correm riscos de serem duplicadas ou, pior: terceirizadas. A educação ambiental, por exemplo, permanece enquanto finalidade dos dois Institutos. No entanto, não aparece na estrutura organizacional de ambos, o que nos leva a crer, fortemente na hipótese de terceirização desta atividade. A atividade de fiscalização, da mesma forma, aparece nas duas estruturas, sem que haja, no curto prazo, nenhuma perspectiva de ampliação do número de fiscais, o que leva a acreditar que tais atividades serão repassadas para as polícias locais. O licenciamento ambiental federal, pano de fundo desse ataque ao IBAMA vem sendo objeto de críticas e ataques perpetrados por setores do Governo e da iniciativa privada.

     

    Os servidores do IBAMA vêm de público esclarecer que o Instituto NÃO É RESPONSÁVEL pela demora na concessão das licenças, até mesmo porque existem prazos fixados em legislação. As demoras imputadas ao IBAMA ocorrem, principalmente, pelo não cumprimento das condicionantes exigidas em Lei, por parte dos empreendedores. Em que pese o interesse econômico do empreendedor, o IBAMA tem que avaliar com o mesmo compromisso e seriedade, as demandas sociais e culturais, além de atender as exigências dos órgãos de controle, aos interesses do cidadão e às demandas judiciais.

     

    Os servidores do IBAMA reconhecem a necessidade de um crescimento econômico voltado para a inclusão social com distribuição de renda e qualidade de vida para a população, no entanto, este não pode se dar em detrimento da questão ambiental. É esta a nossa razão de ser. A nosso ver, a implementação de medidas casuísticas que visem a aprovação de empreendimentos, de forma açodada e arbitrária, pode ter um custo altíssimo para os segmentos mais frágeis da sociedade brasileira. Neste sentido, a responsabilidade do IBAMA se agiganta. Assim, nos posicionamos contra qualquer medida que signifique a fragmentação dos instrumentos ambientais e que comprometam os princípios que norteiam a gestão integrada do meio ambiente.

     

    Brasília, 03 de maio de 2007.

     

    PELA UNICIDADE DA GESTÃO AMBIENTAL

    PELA INTEGRIDADE E FORTALECIMENTO DO IBAMA

    PELA DERRUBADA DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 366/07

     

    ASIBAMA NACIONAL ASIBAMA-DF SINDSEP-DF DENTMA/CONDSEF

     

    Fonte: www.asibama.org.br

     

  • Nova central sindical

     

    Deverá ser criada, em breve, uma nova centra sindical no país. A UGT (União Geral dos Trabalhadores) pretende operar a partir de julho, resultando da união de dissidentes da Força Sindical com outras três entidades: a CGT (Confederação Geral dos Trabalhadores), a SDS (Social Democracia Sindical) e a CAT (Central Autônoma dos Trabalhadores).

     

    A fundação da nova central está marcada para ocorrer em um congresso no Anhembi (SP) entre 19 e 21 de julho.

     

  • Mobilização dos auditores fiscais

     

    Na quarta-feira (2), a Receita Federal do Brasil entrou, oficialmente, em funcionamento. Segundo o governo, a "Super-Receita" deverá reduzir custos da administração federal, aumentando a eficiência e reduzindo a burocracia nos trabalhos".

     

    No entanto, essa "eficiência" e "desburocratização" estão longe de ser realidade. Sem nenhum estudo e planejamento, o governo anunciará à sociedade um grande bolo vazio; para demonstrar isso, diversas entidades representantes dos auditores fiscais participaram do Dia Nacional de Luta e Mobilização, que em São Paulo foi realizado na Rua Xavier de Toledo, sede da Gerência Regional do INSS.

  • Encontro Terra e Cidadania

     

    Em Curitiba, do dia 15 a 18 de maio, ocorrerá o Encontro Terra e Cidadania. Veja a programação abaixo:

     

    ***

     

    No dia 17/05 será lançado o documento "Qual é a questão agrária atual" pela ABRA
    (Associação Brasileira de Reforma Agrária), com a presença dos seguintes:

    * Plínio de Arruda Sampaio - ABRA
    * João Pedro Stédile - VIA CAMPESINA
    * Élio Neves - FERAESP
    * Manuel dos Santos - CONTAG
    * Altemir Tortelli - FETRAF
    * Bruno Maranhão - MLST

    Maiores informações: site do ITCG do Paraná ( www.itcg.pr.gov.br ).

    LOCAL DO EVENTO
    Memorial da Cidade de Curitiba
    Rua Claudino dos Santos, 79
    Largo da Ordem - Centro
    Curitiba - Paraná
    Inscrições - www.itcg.pr.gov.br

    15/05
    17h - Credenciamento

    PALESTRAS

    19h Abertura
    * José Cademartori

    16/05

    8h30 - Políticas agrárias e estrutura fundiária -
    * Liana Carleial
    * Ariovaldo Umbelino de Oliveira

    10h30 - Modelos de desenvolvimento, classes sociais e o futuro da
    agricultura
    * Márcio Pochmann
    * Claus Germer

    19h - Sujeitos da Reforma Agrária -
    * Bernardo Mansano
    * Íria Zanoni Gomes
    * Luiz Edson Fachin

    17/05

    8h30 - Qual é a questão agrária atual?
    * Plínio de Arruda Sampaio
    * João Pedro Stédile
    * Élio Neves
    * Manuel dos Santos
    * Altemir Tortelli
    * Bruno Maranhão

    19h - Expansão do agronegócio e a ameaça à soberania alimentar
    * Tamas Szmrecsányi
    * Marcos Rogério de Souza

    18/05

    8h30 - Deslocamentos populacionais, direito à terra e ambiente
    * Carlos Frederico Marés
    * Darci Frigo

    10h30 - Função social da terra
    * Jacques Alfonsin
    * Sérgio Staut

    17h30 Encerramento
    * José Antônio Peres Gediel

    OFICINAS

    16/05
    14h30 às 17h30
    1. Zoneamento ecológico-econômico e participação popular
    - Carmen Leal
    - Debora Alburquerque
    - Roberto Vizentin

    2. Cartografia social e cidadania
    - Luis Almeida Tavares
    - Ivan Colaço Santos
    - Fernando Canesso

    3. Movimentos sociais e regularização fundiária urbana e rural
    - Daniele Regina Pontes
    - Maria Tarcisa Silva Bega
    - Doático Santos

    4. Terras, povos e populações tradicionais
    - Walter Claudius Rothenburg
    - Maria Rita Reis
    - Jeferson de Oliveira Salles

    17/05
    14h30 às 17h30

    1. Análise do modelo agrícola brasileiro e políticas públicas
    - José Juliano de Carvalho Filho
    - Paulo Alentejano

    2. Obtenção e redistribuição de terras para reforma agrária
    - Leonam Bueno Pereira
    - Marcelo Resende

    3. Desenvolvimento dos assentamentos
    - Guilherme Delgado
    - Leonilde Medeiros

    18/05
    14h30 às 17h30

    1. Marcos jurídicos da reforma agrária
    - Elmano de Freitas
    - Sônia Moraes
    - Bernardino Camilo da Silva

    2. Estatutoda cidade e reforma urbana
    - Ângela Pilotto
    - Leandro Franklin Gorsdorf
    - Luiz Fernando Gomes Braga

    3.Agroecologia e patentes
    - Anderson Marcos dos Santos
    - Otávio Bezerra Sampaio
    - Pedro Christoffoli
    - Rubens Onofre Nodari

    4. Cooperativismo e globalização
    - Mauricio Maas
    - Gonçalo Guimarães
    - Eduardo Faria Silva

    PALESTRANTES:


    1. Altemir Tortelli
    2. Anderson Marcos dos Santos Advogado e Doutorando na UNICAMP
    3. Ângela Pilotto - Arquiteta da Ambiens Sociedade Cooperativa
    4. Ariovaldo Umbelino de Oliveira - Professor Doutor em Geografia na
    USP
    5. Bernardino Camilo da Silva Membro do Setor de Direitos Humanos do
    MST
    6. Bernardo Mansano - Professor Doutor em Geografia na UNESP
    7. Bruno Maranhão Membro do MSLT
    8. Carlos Frederico Marés Professor Doutor de Direito na PUC/PR
    9. Carmem Leal Arquiteta do ITCG
    10. Claus Germer Professor Doutor de Economia na UFPR
    11. Daniele Regina Pontes - Mestre em Direito Cooperativo pela UFPR e
    Cooperada na Ambiens Sociedade Cooperativa
    12. Darci Frigo Advogado da Terra de Direitos
    13. Debora Albuquerque Geógrafa. Integrante do Grupo de Trabalho do
    Zoneamento Ecológico-Econômico do ITCG
    14. Doático Santos Assessor Especial de Governo do Estado do Paraná
    para Assuntos de Curitiba
    15. Eduardo Faria Silva - Mestre em Direito Cooperativo pela UFPR e
    membro da RENAP
    16. Élio Neves Membro da FERAESP
    17. Elmano de Freitas Advogado do MST
    18. Fernando Canesso Engenheiro Cartógrafo do ITCG
    19. Gonçalo Guimarães Coordenador da ITCP/UFRJ e Pesquisador da
    COPPE/UFRJ
    20. Guilherme Delgado Doutor em Economia pela UNICAMP e Pesquisador do
    IPEA
    21. Íria Z. Gomes Socióloga. Professora Doutora de Sociologia na UFPR
    22. Ivan Colaço Santos - Membro do movimento faxinalense do Paraná
    23. Jacques Távora Alfonsin Procurador do Estado do Rio Grande do Sul
    e Coordenador da ACESSO
    24. Jefferson de Oliveira Salles - Membro do Grupo Clóvis Moura
    25. João Pedro Stédile - Membro do MST e da Via Campesina
    26. José Antônio Peres Gediel Professor Doutor de Direito da UFPR e
    Diretor-presidente do ITCG
    27. José Cademartori - Ex-Ministro da Economia do Chile no Governo de
    Salvador Allende
    28. José Juliano de Carvalho Filho - Professor Doutor de Economia da
    USP e Dirigente da ABRA
    29. Leandro Franklin Gorsdorf Advogado da Terra de Direitos
    30. Leonam Bueno Pereira Economista, Mestre em Economia Agrícola e
    Agrária pela UNICAMP
    31. Leonilde Medeiros Socióloga e Professora do curso de Pós-Graduação
    em Desenvolvimento, Agricultura e Sociedade na UFRRJ
    32. Liana Carleial Professora Doutora de Economia na UFPR
    33. Luis Almeida Tavares Geógrafo, Doutorando na USP e servidor do
    IBGE
    34. Luiz Edson Fachin Professor Doutor de Direito da UFPR
    35. Luiz Fernando Gomes Braga Arquiteto Urbanista
    36. Manuel dos Santos Membro da CONTAG
    37. Marcelo Resende - Membro da ABRA, ex- Presidente do ITER e INCRA
    38. Márcio Pochmann Professor Doutor de Economia na UNICAMP
    39. Marcos Rogério de Souza - Mestre em Direito pela UNESP e Assessor
    Jurídico do Dep. Federal Iran Barbosa (PT/SE)
    40. Maria Rita Reis Advogada da Terra de Direitos
    41. Maria Tarcisa Silva Bega Professora Doutora em Sociologia da UFPR
    42. Maurício Maas - Arquiteto da Ambiens Sociedade Cooperativa
    43. Osvaldo Russo Ex-presidente do INCRA e Vice-presidente da ABRA
    44. Otávio Bezerra Sampaio Professor Doutor da Escola Técnica da UFPR
    e Membro do Núcleo de Agroecologia
    45. Paulo Alentejano - Professor do DGEO/FFP/UERJ
    46. Pedro Christoffoli Doutorando na UNB e Assessor da CONCRAB
    47. Plínio de Arruda Sampaio - Procurador de Justiça aposentado e
    Presidente da ABRA
    48. Roberto Vizentin Diretor de Gestão Ambiental e Territorial da
    Secretaria de Desenvolvimeto Sustentável do MMA
    49. Rubens Onofre Nodari - Professor Titular do Departamento de
    Fitotecnia da USFC e Gerente do Projeto de Recursos Genéticos do
    MMA
    50. Sérgio Staut Doutorando da UFPR e Professor de História de Direito
    da UNICENP
    51. Sônia Moraes Consultora da ABRA
    52. Tamas Szmrecsányi Professor do Departamento de Política Científica
    Técnico do Instituto de Geociências da UNICAMP
    53. Walter Claudius Rothenburg Procurador da República do Ministério
    Público Federal de São Paulo

  • Oposição só nos extremos

    brasilmicroscopio.jpgTanto o PSOL como o PSTU apontam o que reprovam no governo, isto é, o que eles não fariam se estivessem no comando da nação, mas evitam apresentar as alternativas.
  • Recuperar a unidade, a auto-estima e um projeto socialista

    EncruzilhadaEstamos diante de um novo ciclo histórico que impõe uma nova e necessária acumulação de posições para um projeto de ruptura e mudanças.
  • Presente de grego

    Banco MundialOs países desenvolvidos não têm nenhum interesse em que outros países se desenvolvam. Eles não querem concorrentes, que cresçam e venham a produzir em condições de ameaçar suas posições nos mercados.
  • Em defesa das palmeiras e dos biocombustíveis

    PalmeiraSe o jornalista da Folha Online se dedicasse ao assunto das palmeiras e dos biocombustíveis e suas implicações positivas para as especificidades do nosso país, perceberia que não temos em nosso território pântanos como aqueles na Indonésia e na Malásia.
  • Corrupção no Poder Judiciário

    JustiçaDe se lamentar o emprego abusivo de algemas e o linchamento moral dos suspeitos. A deplorar também a soltura dos Magistrados e do Procurador da República.
  • Mais que dois

    caraacara.jpgAquilo foi um ambiente revolucionário, porque a cerimônia e a própria Igreja apareceram ali feitas por vocês – por nós. A união faz a força.
  • Aparência e realidade

    ImpostosUma solução é a de parar com as improvisações e contratar universidades para se estabelecer o nível de proteção efetiva das alíquotas ad valorem do imposto de importação.
  • Tema da hora: educação

    EducaçãoEducação é revolução silenciosa, aquela que nasce no chão da sala de aula, como tantas há neste Brasil em que ainda faltam giz, biblioteca e iluminação!
  • E a reforma agrária?

    Reforma AgráriaLula e o PT ganharam projeção política e assumiram o governo federal comprometidos com a reforma agrária. A nação espera que, agora, sejam coerentes, não  troquem uma bandeira histórica por um prato de lentilhas eleitorais.
  • Esclarecimentos sobre 'terras do sol'

    CanavialParece que o apregoado “espetáculo do desenvolvimento” se traduz na “miragem de um canavial sem fim”. Por D. Demétrio Valentini.
  • Fé, alienação e estatísticas

    BíbliaÉ bom saber que nem todos os católicos, nem todos os pentecostais, nem todos os cristãos de outras Igrejas tradicionais estão envolvidos em disputas de prosélitos e de estatísticas. Escrito por Roberto Malvezzi.