Edição 1040

  • Reforma da Educação, ditada pela área econômica, levará a uma formação regressiva e deficiente

    altDepois das ocupações de escolas do ensino médio, observamos a extensão do fenômeno às universidades públicas. Sobre o contexto, entrevistamos Roberto Leher, reitor da UFRJ.

  • A morte de uma utopia

    altEnquanto os exilados perderam, eles tiveram muito a ganhar com a revolução, simbolizada por seu líder. Em 2012 a expectativa de vida em Cuba era maior do que a dos EUA.

     

  • Quatro critérios para definir se uma mobilização é progressiva ou reacionária

    altDessa avaliação dependerá, em grande medida, o futuro do processo de reorganização aberto pelo fim do ciclo de hegemonia do petismo/lulismo. Infelizmente, aqueles que perderem a bússola de classe naufragarão.

     

  • “Renan Calheiros é retrato profundo da crise institucional do país”

    altO Correio da Cidadania conversou com o deputado federal Ivan Valente, um dos responsáveis pelo veto à anistia ao caixa 2, na semana passada.

  • Colaboração legitimadora

    BrasilA Unafisco tem sido, na sociedade civil organizada, entidade de vanguarda na defesa de um sistema tributário racional, buscando alcançar um patamar mais elevado de justiça fiscal.
  • Dimensão holística da ética

    ÉticaA ótica neoliberal diz que cada um deve se contentar com o seu mundinho. Mas fica a pergunta de Walter Benjamin: o que dizer a milhões de vítimas de nosso egoísmo?
  • O circo e a Fórmula 1

    ChegadaEm uma palavra, o circo da Fórmula 1 está associado a um mundo que esvaziou o sentido de ser do circo tradicional.
  • Colômbia: proposta indecente ou real saída da crise?

    ColômbiaO propósito da indecente proposta de Uribe é de interferir no curso das investigações, distorcer verdades e corrigir aquilo que possa conduzir a uma proximidade maior da justiça, contra o presidente. Pietro Alarcón.
  • Chávez, o Senado e a mídia

    chavezcolorido.jpgA direita está preocupada com a irradiação da experiência venezuelana e com o futuro da mídia. Teme a aplicação da Constituição no que se refere à reavaliação periódica das concessões para rádio e TV. Altamiro Borges. 
  • Democracia, liberdade de imprensa e monopólio das comunicações

    Curiosidade elementar: enquanto nos países centrais a crítica sobre o funcionamento da imprensa como grande empresa é um ato de lucidez básica, na periferia capitalista implica em sérias dúvidas sobre as convicções democráticas daqueles que esgrimem o argumento.

  • Qual liberdade de imprensa?

    A característica essencial da “liberdade de imprensa” na maioria dos países latino-americanos é que o jargão não permite distribuição de tempo equânime aos dois lados da notícia. Este padrão de comportamento pode ser visto quando comparamos o tratamento jornalístico destinado ao presidente Bush em comparação com o presidente Chávez.

  • Um nacionalismo “assustador”

    Tal como advertiu Orwell, os jornalistas e intelectuais temem a opinião pública que dizem respeitar porque no fundo sabem que as propostas oriundas do nacionalismo revolucionário praticado em Caracas são razoáveis e foram amplamente utilizadas pelas potências dominantes tanto no passado quanto no presente, como meio para preservar seus interesses.

  • A liberdade de expressão como desculpa

    midia.gifO contraste entre os acontecimentos de 1994 no Uruguai e as atividades atuais da direita a respeito da RCTV demonstram que a tão proclamada liberdade de expressão é desculpa para atacar governos críticos do modelo neoliberal. Raúl Zibechi.
  • O dilema de José Serra

    José SerraOs já famosos decretos de Serra demoraram um pouco para repercutir, em meio às férias acadêmicas, mas, quando foram compreendidos por professores, estudantes, funcionários e até pelos perplexos reitores, a revolta rapidamente se instalou.
  • Sem regulamentação na Constituição, autonomia universitária continuará refém dos Executivos

    USP
    Estudantes ocupam a reitoria da USP (Foto: Mateus Alves)
  • Por que é preciso malhar Chávez?

    Não há reforma política mais necessária em toda a América Latina do que a quebra do monopólio das principais televisões, todas ligadas aos interesses do grande capital nacional e estrangeiro. Esses poderosíssimos veículos de comunicação, além de desinformarem a população e de promoverem a penetração dos anti-valores e da amoralidade da indústria cultural norte-americana em nossos países, constituem uma devastadora arma de destruição de imagem, a serviço das classes dominantes.
  • Etanol pode levar a uma devastação incomensurável

    PalmeiraO Correio publica a entrevista que o colunista do Correio, Rodolfo Salm, concedeu ao estudante de jornalismo Fernando Saker, a respeito dos biocombustíveis.