Edição 997

  • Campanha da Fraternidade 2016: terminou o carnaval, ficou o Zika vírus

    altPergunta chave: seu município elaborou o plano de saneamento básico? O prazo de entrega era o final de 2015. Portanto, chamem os vereadores, os prefeitos, o ministério público, mobilizem as comunidades, a mídia, façam o plano municipal acontecer.

  • O protagonismo dos excluídos

    altA diferença do marxismo europeu é que, para Jesus, todos são chamados a serem protagonistas. Ou como conclamou o papa Francisco aos jovens, no Rio, em 2013: “sejam revolucionários, vão contra a corrente!”.

  • Haiti: Rebelião popular em marcha

    alt“Surgiram organizadores no campesinato, nos bairros e sindicatos, já não são apenas os estudantes que saem às ruas, senão o povo de forma massiva forçou a suspensão do segundo turno, freando o golpe eleitoral. Mas agora resta ver como será composto do governo de transição”.

     

  • O Enigma Chinês

     

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    O Enigma Chinês, Capitalismo ou Socialismo - Wladimir Pomar - Editora Perseu Abramo.

  • O Contubérnio Petista

    altA notícia da agressão de Olívio Dutra por assaltante em lotação levou milhares de brasileiros a perguntarem-se o que fazia o ex-governador sulino em um meio de transporte público. A resposta é simples. A progressão política do ex-sindicalista jamais causou maiores modificações em sua vida pessoal.

  • Circo, cerco e ridículo

    altNão se pode negar que o Partido da Mídia tem trabalhado duro para encontrar algo que incrimine o ex-presidente Lula como “ladrão”. De um mês para cá, pelo menos, as mesmas matérias saem diariamente, requentadas. Só variam os títulos e uma linha ou outra. E todas descambam cada vez mais para o caricato e o deboche.

     

  • Guerra do Iêmen: crime e vergonha

    altEsquecendo um pouco as guerras da Síria e da Ucrânia, a ONU criou um comitê para examinar o que estava acontecendo na guerra do Iêmen, que já dura 10 meses, da qual se conheciam rumores preocupantes. Sua principal conclusão foi de que a Arábia Saudita e aliados cometeram graves violações dos direitos humanos.

     

  • Ocupações das escolas goianas expõem faceta terrorista das relações público-privadas

    altEntre o final de um 2015 de crise e o início de um novo ano de mais crise e precarização da vida, persiste a grande cortina de fumaça sobre os estudantes secundaristas de Goiás e sua resistência à versão local de “reorganização escolar”. Conversamos com a professora Kim Xavier, que tem acompanhado de perto o dia a dia dos secundaristas goianos.