Edição 998

  • Ocupação “Sonho Real”: 11 anos se passaram

    altA barbárie do Parque Oeste Industrial completou 11 anos de impunidade. À época, o principal responsável foi o governador Marconi Perillo, o mesmo que hoje quer impor as assim chamadas “Organizações Sociais” (OSs) na gestão da Saúde e da Educação Públicas.

  • Referendo na Bolívia em perspectiva

    altMais "moderno", o país parece deixar de ser a "sociedad abigarrada" analisada por Zavaleta, mas não em prol de uma nação soberana integrada em torno de um mercado interno, como pretendeu o nacionalismo revolucionário, ou mediante a convivência equânime de diversas visões de mundo, como desejou o plurinacionalismo.

     

  • Estados Unidos e as inesperadas candidaturas à presidência

    altA sustentação do voo de cruzeiro dos dois diversos pretendentes à titularidade da Casa Branca demonstra a insatisfação da sociedade com os políticos considerados tradicionais, ou seja, com aqueles cujo comportamento se associa ao hoje desfavorável, ainda que não reconhecido pela elite, status quo dos EUA.

  • O Alienista no #Fora Valencius

    altEste texto é totalmente parcial em defesa do #FORAVALENCIUS. O médico do livro de Machado de Assis, diante de suas teorias em relação à normalidade e à loucura, prende diferentes pessoas em seu manicômio. Ora, e se este personagem saísse do livro direto para as ruas do Brasil em 2016?

  • “Todos os argumentos em favor da reforma da previdência visam sua privatização e financeirização"

    altPara discutir mais esse tema repleto de informações pela metade, entrevistamos Denise Gentil, economista que acabou de concluir doutorado sobre o que considera o falso déficit da Previdência. "Quando todas as receitas são computadas, obtém-se superávit de R$68 bilhões no ano de 2013, R$ 36 bi em 2014 e R$16 bi em 2015".

  • Samarco – Vale / BHP: a propaganda a favor do esquecimento da tragédia-crime

    altO governo federal, que é um dos principais acionistas da Vale, deixou de lado a ação que moveria contra a Samarco – Vale / BHP. Inacreditável, mas é a promoção do esquecimento que está em jogo tendo a revitalização do Rio Doce como chamariz.

     

  • O legado de direitos destruídos

    altDe certa forma é ainda mais grave um governo petista querer deixar como legado para as gerações futuras uma previdência social com menos direitos e mais a caráter do aumento do tempo de exploração no trabalho.

  • Economia da criminalidade, ética pública e justiça na atualidade

    altDois eventos singulares deste ano de 2016, significativos de uma situação mais geral, instigam-me a tratar do fenômeno da criminalidade econômica, com lentes na formação dos consensos éticos da sociedade e na ação da justiça.

  • Francisco e Kiril em Cuba

    altFoi a primeira vez, em 962 anos, que os chefes de ambas Igrejas cristãs dialogam desde 1054, quando houve o Grande Cisma da cristandade. Além de questões doutrinárias, Roma e Moscou divergem quanto à política russa na Ucrânia.

  • Como?

    altQuem conseguir conquistar a opinião pública na resposta que der tanto ao “como?” quanto ao “por quem?”, “em que prazo?”, e “quem paga a maior parte da conta?“ dará os rumos, seja para encontrar uma saída para a crise brasileira, seja para aprofundá-la ainda mais.

  • Bernie Sanders instala uma revolução política nas eleições dos Estados Unidos

    altO Occuppy não durou mais do que alguns anos, mas deixou raízes que começaram a dar frutos nas prévias eleitorais do estado de New Hampshire. Foi quando o candidato socialista anti-establishment, Bernie Sanders, derrotou a favorita, Hillary Clinton.

     

  • O negócio do zika e os mosquitos transgênicos

    altOs dados nos quais se baseia a declaração de emergência internacional sobre o zika vírus são surpreendentes. Não pelos riscos que implicaria, mas pela falta de evidências para motivar tão grandiloquente declaração por parte da OMS, ante uma enfermidade leve, com escassos indícios de conexão com doenças mais sérias e sem provas científicas.

  • Brasil-EUA: o infundado desejo de projeção de poder

    altAo invés de concentrar-se em questões econômicas, prementes por causa dos efeitos da crise mundial de 2008, o Planalto preferiu fantasiar sua projeção de poder, ao mirar na inatingível obtenção do ingresso no Conselho de Segurança como membro perpétuo.

  • Com crescimento não se alcança a sustentabilidade

    altCada vez mais, está tomando lugar a opinião difundida por grupos de pensadores que identificam a necessidade de se discutir, de maneira ampla, formas de diminuir (e de estancar) o crescimento, tanto de empresas quanto de economias mundiais.