Edição 999

  • “Ainda vamos sofrer bastante pelas décadas de abandono do combate ao Aedes Aegypti”

    altPara entender melhor o contexto histórico no qual está inserida a atual epidemia, entrevistamos o historiador Rodrigo Magalhães, que em seu doutorado na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) investigou a história do combate ao Aedes Aegypti em nível continental, ao longo do século 20.

     

  • A votação do PL do Serra sobre o Pré-Sal

    altA pressa para se aprovar este projeto de lei só se justifica se for compreendido que as petrolíferas estrangeiras estão contando com o Brasil oferecer muitos blocos do Pré-Sal em leilões, agora mesmo, enquanto todos os preços relacionados com o negócio do petróleo estão baratos.

     

  • O cuidado com as águas de março

    altAs águas de março que fecham o verão irão trazer caminhos perigosos para uma esquerda combativa e independente, e não bastará denunciar as tramóias do PSDB, dos Eduardos Cunhas e das estranhas prioridades da Lava Jato.

  • O maior lobby pró-Israel dos EUA perde força

    altA AIPAC tentou erguer a política norte-americana contra a nomeação do ex-senador Hagel a secretário de Defesa. Ele tinha se negado a assinar manifestos do lobby israelense e se portado de forma independente em outras questões. Mesmo assim, Obama nomeou Hagel.

     

  • Violência policial no estado de Goiás

    altA PM goiana já é conhecida por sua truculência, contudo, nos últimos meses e, particularmente, nos últimos dias a violência policial tem se intensificado de maneira desavergonhada. Como prova, três relatos recentes.

  • É possível cultivar otimismo com as crises?

    altA constituição da democracia que passe a engajar as pessoas em um projeto coletivo que reflita as diversas pautas e facetas da crise, que force o poder constituído a consultar as pessoas que julga dominar na tomada de decisões que afetem a todos, é a proposta que podemos tecer no âmbito da sociedade civil.

     

  • A centelha: Bernie Sanders e o socialismo nos EUA

    altPor tudo o que significa para a esquerda estadunidense e mundial, a campanha de Sanders merece ser debatida seriamente pelos socialistas. Sem ilusões, mas igualmente sem sectarismos.

  • Memória de Martin Luther King: ao final de sua vida era um socialista declarado

    altTiveram de enterrar o legado real de Martin Luther King, tanto do líder das primeiras lutas do movimento por direitos civis, que rechaçou aceitar as petições de paciência e moderação de seus aliados democratas, como o mais radical líder negro do final dos anos 60, cuja visão de que a sociedade deveria mudar havia se ampliado substancialmente.

     

  • América Latina: as bases sociais da nova direita

    altAs classes médias (e parte dos setores populares) estão modeladas, culturalmente, pelo extrativismo: pelos valores consumistas que o capital financeiro promove, tão distantes dos valores do trabalho da sociedade industrial.

  • O PT abandonou o programa republicano

    altPassa, portanto, a depender essencialmente da burocracia que construiu em sua longa jornada e da indiscutível satisfação do grande capital, que compreende que retorna aos bons tempos de Collor e de FHC, onde tudo era possível.

  • Emaranhado de contradições

    altNa política predomina a mazorca, comandada por um meliante comprovado, mas contra o qual a judicialização age a passos de tartaruga. O Ministério da Justiça deixa a Polícia Federal agir atropelando a lei, mesmo quando isso se dá de forma escancarada. E o PT deixa que a opinião pública seja avassalada pelo Partido da Mídia .

     

  • Capital simbólico de Cuba

    altA Revolução o potencializou. Mas ele é consequência de séculos de resistência do povo cubano aos dominadores espanhóis e estadunidenses. Resulta desse profundo senso de independência e soberania que caracteriza a cubaneidade, e marca a gloriosa história da ilha caribenha.

  • Fraternidade e meio ambiente

    altSem desconhecer a problemática ecológica, que jaz como pano de fundo de toda a Campanha, os objetivos específicos insistem em abordar aspectos práticos do saneamento básico.

  • Petróleo: decodificador dos discursos neoliberais

    altO mais recomendável, neste momento, é a ANP passar um bom período sem fazer leilões, pois o Brasil não precisa entrar no mercado internacional para ajudar a baixar ainda mais o preço do barril. Enquanto isso, a Petrobrás pode aproveitar este tempo para se recuperar.

  • Sair do caos

    altAs saídas não emergem das discussões entre economistas monetaristas, autointitulados liberais, versus keynesianos. Desemprego, aperto financeiro e dívida pública imensa, em contraste com a abundância de recursos naturais e de gente querendo trabalhar e progredir na vida. Há que tratar da produção e da finança em conjunto.