Será?

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Em quase sete décadas de existência de vôos regulares de linhas aéreas, nunca houve um "apagão aéreo".

 

De repente, estoura uma crise incontrolável e ficamos sabendo que os radares estão antiquados, faltam equipamentos importantes, o número de controladores de vôo é insuficiente, os salários são inadequados, e que há suspeita de bandalheiras nos contratos de obras aeroportuárias.

 

Pelo noticiário da mídia, o responsável por tudo isso é o controle militar do serviço.

 

Será?

 

Há aspectos obscuros nessa crise. Ela estourou simultaneamente no Brasil, na Argentina e no Uruguai. Não é coincidência demais?

 

Aqui, o estouro se deu logo após o choque entre um avião pilotado por norte-americanos e um avião da Gol. Existe alguma relação entre uma coisa e outra?

 

Por que o governo faz de tudo para evitar a CPI?

 

O lugar próprio para esclarecer as dúvidas é, sem dúvida, o Congresso. Mas como acreditar que ele vai realizar uma investigação isenta do partidarismo tacanho?

 

Quem não se informar adequadamente, corre o risco de fazer o papel de inocente útil de algum interesse escuso. Cuidado!

 

 

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