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Ao lado de justificada comoção em torno à dramática morte do cinegrafista atingido por um rojão, vem ressaltando de modo lastimável um cínico aproveitamento do episódio pela grande mídia, governo, Estado e direita tradicional. Há campanha estridente para que se acelere, não somente a criminalização dos protestos sociais, mas um inaceitável e anacrônico clima de repressão e medo, em meio a um cenário de violência que tem em seu seio o próprio Estado.

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É hora de todos quantos desejam viver em um país democrático adotarem uma atitude enérgica de defesa da pobreza e das marchas populares e de denúncia da criminalização e repressão das lutas sociais, além da manipulação midiática em torno do que chamam de vândalos, arruaceiros e baderneiros.

 

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De acordo com as notícias dos jornais, Dilma Rousseff ainda não decidiu se irá ou não visitar Obama nos Estados Unidos. A indecisão já configura um grave erro.

 

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Neste exato momento, o povo Guarani Kaiowá está sendo objeto de um ataque mortal por parte de jagunços a serviço dos ocupantes ilegítimos de suas terras, sob a complacência criminosa das polícias estaduais. Ademais, a bancada ruralista está pressionando para que os parlamentares aprovem uma emenda constitucional que transfira para o Congresso a competência para a decretação das reservas. Isto precisa ser denunciado e cessado imediatamente.

 

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O que junho de 2013 mostrou, mas não resolveu e nem apresentou de forma afirmativa, é que o Brasil precisa de outro projeto de poder, outra institucionalidade, com uma profunda radicalização da democracia e da participação popular, outra política econômica, que tenha no horizonte a soberania e a igualdade social.

 

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A semana do dia 21 de outubro pode marcar um momento histórico. Aquele onde se terá registrado a maior privatização da história do Brasil. Agora, no setor do petróleo.

 

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Ignominiosa a crítica que políticos e certos órgãos de imprensa vêm fazendo ao governo, por ter negociado com o Estado de Cuba a vinda desses médicos. O motivo de tal crítica é puramente ideológico.

 

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O caso Amarildo desmascara o caráter antissocial e racista da política de segurança brasileira. A ilusão de que as UPPs seriam uma resposta efetiva à impotência do Estado no combate ao crime organizado não durou muito.

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A decisão recente do Supremo Tribunal Federal de fazer com que se cumpram as penas do chamado ‘mensalão’, inclusas aquelas que levaram para a prisão militantes históricos do Partido dos Trabalhadores, mobilizou o debate público. Assim como já ocorrera quando da prorrogação do julgamento em causa por esta mesma Corte, entrou novamente em cena a lógica binária e maniqueísta na análise do cenário atual, e que tem como verdadeiro motivo a disputa eleitoral de 2014.

 

 

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O que está em jogo no Brasil é a democratização e superação do Estado que legitima, há séculos, a desigualdade e a violência social - e, consequentemente, a corrupção, forma ilegal e marginal de apropriação privada do trabalho da população, ao lado das formas legais e dominantes.

 

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Na semana passada, o Secretário de Estado norte americano John Kerry esteve, por um dia, no Brasil, aparentemente para dar explicações sobre a espionagem.  Diz-se aparentemente, porque, na realidade, não deu nenhuma explicação. O Ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, a quem competia exigir, com firmeza, uma explicação, manteve-se calado e numa atitude subserviente. A presidente Dilma também não disse nada. Preocupa-se mais em ser bem recebida por Obama em viagem próxima.

 

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A incapacidade de mudar uma peça de seu inexpressivo ministério para ajustá-lo às novas exigências da conjuntura revela sua absoluta impotência para enfrentar a guerra civil que tomou conta do PT – dividido em seis chapas que se digladiam pelo controle da sigla – e a conspiração permanente de sua base aliada.