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altGovernos eleitos como oposição praticam a continuidade; eles expressam, em um contexto particularmente adverso, os impasses América Latina contemporânea.

 

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altComo a ocupação de praças pelos jovens, contra a “reforma” trabalhista, a desigualdade e a desesperança, pode acordar um país acossado por terror, Estado de Emergência e política reduzida a simulacro.

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altA “explicação” não está na religião, nem no fluxo de refugiados, nem na suposta incompetência dos serviços de espionagem e nem numa mistura disso tudo. Está na brutal e insustentável desigualdade que cresce no planeta de forma vertiginosa e eleva a uma escala inédita os níveis de fome e miséria.

 

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altA crise que afeta o Partido dos Trabalhadores terá repercussão em toda a região latino-americana, já que as forças de esquerda e progressistas sempre se referenciaram em um tipo de “irmão mais velho”, que agora enfrenta o que pode ser sua fase terminal.

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altA ação dos trabalhadores e suas organizações de classe impediram que os grandes panfletos da burguesia francesa, que não respeitam o direito à informação pública, fossem impressos e chegassem às bancas. O bloco promete novas ações para impedir a reforma trabalhista.

 

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altNão são as velhas camarilhas neoliberais otimistas dos anos 90; foram sofrendo mutações através de um complexo processo econômico, social e cultural que as converteu em componentes de lumpenburguesias niilistas embarcadas na onda global do capitalismo parasitário.

 

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altÉ mais uma guerra civil, de classes, ou melhor, de desclassados, sem futuro, do que um confronto de religião ou de raça, travada por desesperados, condenados a uma vida sem destino, na ferida cidade de Bruxelas.

 

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altPode ser uma estranha vingança. América Latina, sempre tão generosa, lhe oferece uma última oportunidade para entrar para a história como um presidente que mudou o curso dos acontecimentos.

 

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altPelas ruas de Molenbeek é possível ver sobretudo a segunda e a terceira geração dos imigrantes. Gerações perdidas, para sempre, confinadas entre “escolas-lixeira”, ausência de esperança e desemprego em massa.

 

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altTerminou a “lua de mel” do governo Macri com a sociedade argentina. E mais: o brutal aumento das tarifas de eletricidade, água e gás, junto com o aumento do transporte, pode dar lugar a expressões massivas de repúdio ao governo. Em meio a esse panorama, estoura a bomba mundial dos “Panamá Papers”.

 

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altFrança e Reino Unido deveriam ser culpados pela ascensão do EI e o terrorismo na Europa. Os europeus ocidentais fizeram muito pouco para ajudar no “fim das hostilidades” na Síria. Surpreendentemente bem sucedido, é uma conquista quase apenas dos EUA e da Rússia.

 

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altPor tudo o que significa para a esquerda estadunidense e mundial, a campanha de Sanders merece ser debatida seriamente pelos socialistas. Sem ilusões, mas igualmente sem sectarismos.