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altComo mulher e cientista da área de recursos hídricos, ecologia de rios e gestão de bacias hidrográficas, me espanta tamanha desmoralização da ciência e das políticas públicas, realizada por pessoas que deveriam responsavelmente embasar suas decisões em informação de qualidade.

 

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altRelembremos Darwin: não são os mais fortes que sobrevivem, são os que melhor se adaptam. Porém, até a adaptação tem limites.

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altNo lançamento de um livro de professores, inclusive da Universidade do Vale do São Francisco, falando da riqueza da biodiversidade da caatinga, os autores fizeram um veredicto fatal sobre nosso rio: está condenado à morte.

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altSem interferência da ciência, desprezando advertências dos técnicos da Agência de Águas, contra a vontade de 80% do povo, a bancada ruralista, numa ditadura via Congresso, fulmina florestas, rios e solapa nossas bases naturais.

 

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altÉ duro ver as reportagens feitas pelos grandes meios de comunicação do Sul e Sudeste sobre nossa região, particularmente em tempos de longa estiagem. O imaginário preconcebido sempre está presente.

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altNa telenovela, houve uma incrível mobilização das pessoas, reunindo-se em família, amigos, em bares. Uma certeza que existe é que, para acabar definitivamente com o flagelo da seca, depende-se apenas da mobilização popular.

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altCom essa mudança legal, não só “consolidam” a área agrícola, como eles dizem, como não pagarão uma única multa dos crimes ambientais que cometeram. É uma vitória arrasadora sobre nós e sobre as gerações que virão nesse país.

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altO próximo passo para se produzir o evidentemente imprescindível desenvolvimento sustentável é absolutamente incompatível com o capitalismo voraz que vivemos, capaz de devorar países, e que requer resultados imediatos e lucros crescentes: trata-se do “consumo consciente”.

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altOs debates e as disputas políticas para o aprimoramento e a ampliação de outro conjunto de ações e políticas públicas estão em pauta nessa região, apesar de silenciados ou ignorados pelas esferas de governo e a grande mídia.

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altOs tais vetos de Dilma, no apagar das luzes, têm sua importância para os rios menores, também para os pequenos agricultores, mas estão longe de sustentar uma visão científica e moderna do que seja riqueza natural e sua importância para um povo.

 

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altPodemos concluir que existe uma concentração de poderes e um acentuado caráter autoritário na condução da política energética no país, o que acaba subordinando o futuro ao presente.

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altA busca da nova síntese civilizacional persiste, sobretudo porque agora as populações originárias querem ser sujeitos da história, não apenas um apêndice ou uma barreira ao desenvolvimento. O etnocentrismo do mundo iluminista não vai subsistir.