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altPor qualquer ângulo, a crise ambiental pode ser vista como a expressão máxima de que a Terra é um organismo vivo que se baseia em equilíbrios extremamente sutis que, face à presença humana, foram acintosamente violentados tendo em vista fins produtivistas.

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altOutra indispensável correção de rumos responde, sobremaneira, pela necessidade de superar algumas dicotomias, especialmente quanto à conciliação da geração de empregos – situação macroeconômica que impulsiona a economia ao crescimento – com a preservação do meio ambiente.

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altEm Angra 3, a corrupção levou a que a construção dessa usina se tornasse um atentado anunciado contra a Vida. Tudo se faça para que não ocorra. Mas se tivermos essa infelicidade ele será bem mais violento que o desmoronamento da barragem de Mariana.

 

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altO presente artigo visa ilustrar a ocorrência de terrorismo ambiental em três exemplos de exploração de minério de ferro, nióbio e ouro, e levantar a necessidade de avançar os estudos sobre a “Dívida Ecológica”, especialmente diante da iminência de votação de novo Código de Mineração.

 

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altOnde está nosso problema? Exatamente na abundância, nos ensinava o já falecido professor Aldo Rebouças. Ela nos tornou perdulários e, junto com a cultura predadora construída desde a fundação do Brasil, passamos a maltratar nossas águas.

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altPor que será que Fortaleza precisou fazer campos de concentração de famélicos no século passado e hoje ninguém sequer sabe que eles existiram? Exatamente porque seca e desgraças humanitárias não são sinônimos.

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altAqui no vale do São Francisco há uma guerra surda entre os vários setores da produção pelo que resta de água. Entretanto, é um rio dependente do Cerrado. Sem os aquíferos do Cerrado, particularmente o Urucuia, não existe São Francisco. Então, senadora, a equação não fecha.

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O Brasil ainda passará muito tempo fazendo o inventário da tragédia do rompimento da barragem de resíduos de minério de ferro, da Samarco, empresa da Vale e BHP Billiton, no distrito de Bento Rodrigues, localizado na cidade Mariana (MG).

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altQue o projeto de José Serra é um desastre e favorece escandalosamente as corporações petroquímicas não há dúvidas. Mas é importante ter em mente que não é um desastre maior do que a exploração em si! Não existe diferença nas propriedades físicas de um CO2 "público" ou "privado", tampouco de um "CO2 de esquerda" ou “direita".

 

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altAs estatísticas oficiais apontam que Sobradinho acumula apenas 3% de sua capacidade, o menor volume da história. “O São Francisco era um rio perene e de alguma forma ainda é, mas cada vez mais fragilizado”, comenta Roberto Malvezzi, uma das referências para falar sobre o rio no Brasil.

 

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altO modelo adotado de implantação dessa atividade econômica no Brasil é, em si, causador de inúmeros problemas ao meio ambiente e às pessoas. O discurso do ambientalmente correto esconde práticas socialmente injustas das empresas do grande capital, evidenciadas cada vez mais com o passar do tempo.

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altPara oferecer uma visão técnica e amplificada do desastre, entrevistamos a coordenadora do Laboratório de Química Analítica e Ambiental da Universidade Federal do Pará, Simone Pereira. “Será que abrir para o mercado privado a exploração minerária influi no aumento da produção e diminuição do cuidado ambiental?"