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altSão raros aqueles que persistem tanto e por tanto tempo. Plínio nasceu na elite, com família tradicional, nome grande, propriedade. Advogado, jovem talhado para a política tradicional das classes dominantes. Mas Plínio nos escolheu, ele é nosso, dos fodidos, dos camponeses, dos pobres.

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altPlínio, sem dúvida, é um nome que está escrito na história de nosso país. Um desses raros imprescindíveis que, com leveza, coragem e determinação, fez da vida um instrumento de luta.

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Ocupou as tribunas dos meios de comunicação e as ruas brasileiras para passar a mensagem de que o socialismo era, sim, um caminho possível. Talvez houvesse percebido antes da maioria a necessidade de discutir política com aqueles(as) que protagonizariam as manifestações de 2013.

 

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Os camponeses e camponesas do Brasil, que há dois meses sentiram o impacto da morte de um dos grandes baluartes da luta no campo, Dom Tomás Balduino, agora sofrem o baque da perda de outro grande aliado, Plínio de Arruda Sampaio.

 

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altNunca tinha recebido em minha casa alguém da grandeza política de Plínio e sua simplicidade me marcou profundamente.

 

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Otimista nato, lembraria que, afinal de contas, o Brasil ainda disputará o terceiro lugar... Diria, isso sim, que vexame mesmo é a concentração da terra, é a periferia abandonada das grandes cidades, é a inexistência de uma reforma política, é a situação da saúde pública!

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altEste é Plínio. Aquele que conseguiu fazer o que Gramsci imaginava ser a aliança histórica dos comunistas italianos: fundir, na prática, o catolicismo com a esquerda.

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Mais do que um apoiador da luta, um parceiro de todas as horas e, especialmente, um amigo nos momentos mais difíceis. Com sua militância na Igreja e influência no meio jurídico, contribuiu na resistência do MST às ofensivas do latifúndio e do agronegócio.

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altFala de Marietta Sampaio no final da missa de corpo presente do marido, Plínio de Arruda Sampaio, celebrada dia 09/07/2014 na igreja São Domingos, em São Paulo.

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Espírito democrático e abertura para o debate; combatividade, a mesma que o levou às ruas, aos 82 anos, para protestar contra o aumento das passagens de transporte urbano; e busca tenaz por um programa que possibilite ao povo brasileiro descobrir o caminho para o socialismo.

 

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altEnquanto as palavras mobilizam, os exemplos arrastam, e seu passado e presente ainda nos inspira a seguirmos adiante em busca de uma sociedade mais justa, fraterna e igualitária.

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O frade dominicano Carlos Josaphat presta homenagem a Plinio de Arruda Sampaio na celebração de corpo presente realizada em 09/07/2014 na igreja São Domingos, em São Paulo (ver vídeo).