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altA barbárie do Parque Oeste Industrial completou 11 anos de impunidade. À época, o principal responsável foi o governador Marconi Perillo, o mesmo que hoje quer impor as assim chamadas “Organizações Sociais” (OSs) na gestão da Saúde e da Educação Públicas.

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altEscravidão moderna e mudanças climáticas: o compromisso das cidades e de seus prefeitos.

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altTemos de disputar os meios de produção do agronegócio. Estatizá-los e torná-los públicas. Não é tão “impossível”, como alguns podem achar, considerando que a maiorias das terras do agronegócio pertence ao Estado. Se não totalmente, o Estado deve começar por algumas empresas e montar outras.

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alt“Se o Estado possui recursos para que OSs e Polícia Militar administrem escolas, por que não investe estes mesmos recursos num projeto próprio, verdadeiramente público e democrático, de melhoria da qualidade da educação no Estado?”.

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altEntre o final de um 2015 de crise e o início de um novo ano de mais crise e precarização da vida, persiste a grande cortina de fumaça sobre os estudantes secundaristas de Goiás e sua resistência à versão local de “reorganização escolar”. Conversamos com a professora Kim Xavier, que tem acompanhado de perto o dia a dia dos secundaristas goianos.

 

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altEmbora reconheça a importância do agronegócio e das commodities na balança comercial, mas a um alto custo socioambiental pelo uso intensivo de agrotóxicos e fertilizantes químicos, o melhor negócio para o Brasil e a alimentação saudável dos brasileiros é a agricultura familiar e camponesa.

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altVisto em qualquer perspectiva, de frente ou de viés, o que nós desejamos, ou melhor, queremos, sem anamorfismos: um país civilizado, justiça nas ações políticas, que nos livrem do colonialismo cultural, social, econômico, sem a ambivalência dessa visão dupla e paradoxal, e não uma ficção, um “me engana que eu gosto de desigualdades e privilégios”.

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altJovens, heróis da educação pública, continuem unidos e resistindo com garra. Vocês já são vitoriosos, mas o serão muito mais ainda. Todos e todas que lutamos por uma educação pública de qualidade estamos ao lado de vocês.

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altPara nós, paulistanos, a rua era o espaço de trânsito que separa dois espaços privados. Os espaços privados são onde as pessoas de bem costumam ficar. Isso ainda persiste, mas está mudando. O carnaval de rua em Sampa é um belo exemplo.

 

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altDiante das urgências representadas “pelas mudanças climáticas antropogênicas, a exclusão social e a pobreza extrema”, os prefeitos, em primeiro lugar, reconhecem a realidade.

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altQuem caminha por ali vê, sim, o Vale como lugar de encontro e permanência da população. O principal problema parece ser que o Anhangabaú permanece popular, apesar das reiteradas tentativas, da gestão e do mercado imobiliário, de gentrificar o centro.

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altÉ preciso um olhar direcionado para o papel que a agricultura familiar e camponesa pode exercer na garantia da segurança e da soberania alimentar brasileira, na qual a reforma agrária passa a ter significado não só social, mas econômico e ambiental.