Ficou tácito e explícito colocar as relações de trabalho e fundiárias sob domínio exclusivo dos mercados.

A pretensão oficial é abrir integralmente ao capital estrangeiro a compra e o arrendamento de terras, sem limitações. A expectativa dos promotores dessa iniciativa é de “esquentar” o mercado, paralisado pela crise fiscal e de commodities.

A insistência oficial no seu Projeto de Reforma da Previdência (PEC 87/2016), neste tempo, por ostensiva pressão do ídolo – “os mercados” – obriga-nos a voltar ao tema; ainda mais agora quando amigos do MPA (Movimento dos Pequenos Agricultores), à frente o Frei Sergio Goergen, praticam já o sétimo dia de greve de fome, iniciada em 4 de dezembro, no recinto do Congresso Nacional, sob omissão informativa da mídia corporativa.

Três campos se evidenciam como de necessidade imediata aos princípios da economia ecológica para enfrentar novos e velhos problemas.